quarta-feira, 31 de agosto de 2016

FALSA: A notícia sobre a hipotética detenção de um alto funcionário da PR não se confirma. Terá sido uma rasteira? Bom, mas eu também não sou estúpido...não estudei jornalismo para me divertir! Sao 21 anos de jornalismo puro e duro. AAS

RUMORES: Na praça de Bissau, corre uma notícia que, a confirmar—se, é bastante grave: terá sido detido com droga um alto funcionário da presidência da República. AAS

CONSELHO DC: Ao presidente JOMAV, que agende rapidamente uma viagem ao Brasil, pois acabou de nascer um ditador — Michel Temer...AAS

Divergências entre PAIGC e PRS


Os dois principais partidos no Parlamento guineense, PAIGC e PRS, mostraram-se divergentes quanto a fórmula para tirar o país da crise política em que se encontra há mais de um ano, depois de mais uma ronda de conversações.

As duas formações reuniram-se hoje, na segunda ronda negocial, mas à saída do encontro, Manuel dos Santos do PAIGC (Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde) e Carlitos Barai do PRS (Partido da Renovação Social) mostraram-se distantes quanto as conclusões.

Enquanto Manuel dos Santos apontava para avanços nas negociações, tendo em vista a formação de "um Governo sério", liderado por um primeiro-ministro que não seja o atual, Carlitos Barai fazia notar que "persistem as divergências" sobre os pontos em agenda.

"Cada partido continua a ter a sua interpretação sobre a crise, de modo que não é por agora que vamos ter um acordo", sublinhou Carlitos Barai, que prefere falar em conversações solicitadas pelo PAIGC.

Segundo Barai, o PAIGC indicou três pontos para as conversações: Princípios e regras para uma sã convivência democrática entre os dois partidos, causas do bloqueio no Parlamento e como salvar a atual legislatura.

O dirigente do PRS disse serem divergentes as opiniões dos dois partidos sobre os três pontos, pelo que a comissão que toma parte nas conversações vai ter que pedir a anuência da direção do partido sobre a necessidade da continuar ou com as conversações com o PAIGC.

Manuel dos Santos, por seu lado, defende serem negociações com o PRS visando essencialmente a formação de um novo Governo de consenso entre os dois partidos.

Admitiu que se registaram avanços significativos nas negociações com os renovadores embora ressalve que ainda não se pode falar no entendimento que possa levar a assinatura de um acordo para a criação de "um Governo a sério para dirigir o país".

"Se for possível vamos chegar a um acordo, mas se não for possível, olha", frisou Manuel dos Santos, que coloca de parte qualquer possibilidade de o próximo governo a ser formado, a partir do entendimento entre dois partidos, ser liderado por um dos 15 deputados expulsos do PAIGC.

O atual Governo guineense é chefiado por Baciro Djá, um dos 15 deputados expulsos do PAIGC.

Conforme a agenda das conversações, os dois partidos devem voltar encontrar-se na sexta-feira, mas Carlitos Barai do PRS, condicionou a reunião com a decisão a ser tomada pela comissão política do seu partido. Lusa

OPINIÃO AAS: Um presidente engatilhado


terça-feira, 30 de agosto de 2016

Preocupações com eventual saída da ONU


Os representantes da Guiné-Bissau e da CPLP disseram hoje no Conselho de Segurança, em Nova Iorque, estar preocupados com a eventual saída da ONU no final do mandato que termina em fevereiro de 2017.

“Estamos muito preocupados com a notícia de que depois deste ano a missão vai deixar a Guiné-Bissau”, disse a diplomata Maria Lopes D’Alva, que representou o país africano no encontro.

O mais recente relatório do secretário-geral da ONU sobre a situação na Guiné-Bissau foi esta terça-feira apresentado aos membros do Conselho de Segurança pelo novo Representante Especial, o maliano Modibo Ibrahim Touré, que substituiu o são-tomense Miguel Trovoada.

Lopes D’Alva disse, no entanto, que os responsáveis políticos guineenses esperam que, “por essa altura, o país tenha encontrado uma forma de caminhar sozinho para garantir a paz e que os militares, que se têm mantido fora da cena política, assim se mantenham.”

A Comunidade dos Países de Língua e Expressão Portuguesa (CPLP) foi representada pelo diplomata de Timor-Leste Júlio Freitas no encontro.

“Estamos muito preocupados com os efeitos prejudiciais de uma eventual saída do ECOMIB antes da situação de segurança estar garantida e pedimos aos parceiros internacionais que estudem formas para continuar a apoiar a paz e o desenvolvimento na Guiné-Bissau”, disse Júlio Freitas.

O representante disse que os efeitos da crise política no país “já se fazem sentir, sobretudo no sistema de educação e saúde e na privação económica dos guineenses.”

“Estamos muito preocupados de que [esta situação] possa escalar para tensões sociais”, acrescentou o timorense.

A representante da Guiné-Bissau disse ainda que a ajuda internacional “para aliviar as imediatas dificuldades socioeconómicas é muito importante e muito necessária neste momento.”

“Sabemos que a concretização dos compromissos da Ronda Internacional de Dadores pode estar a espera de um ambiente político facilitador no país, mas a população em sofrimento não pode esperar”, concluiu Maria Lopes D’Alva

No geral, o relatório hoje apresentado defende que “o inicial mas significativo progresso feito na Guiné-Bissau após as eleições de 2014, através da formação de um governo legítimo, inclusivo e democrático, foi amplamente revertido” nos últimos 12 meses.

A Guiné-Bissau atravessa uma crise política sem que os dois principais partidos do país, o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e o Partido da Renovação Social (PRS), consigam chegar a acordo para marcar uma data para a continuação dos trabalhos parlamentares e debater o programa de Governo.

O documento garante que “três mudanças sucessivas de governo e um prolongado período de paralisia política enfraqueceram ainda mais as instituições do estado”, explica que “a implementação de reformas chave nos setores da defesa, segurança e justiça foi suspensa” e que “a prestação de serviços básicos foi negativamente afetada.”

O relatório fornece ainda uma atualização sobre os principais acontecimentos políticos, de segurança, direitos humanos, e desenvolvimentos na área socioeconómica e humanitária na Guiné-Bissau desde o seu relatório mais recente, de 12 de fevereiro de 2016. Lusa

JOMAV com estrondo


A recente visita do Presidente da Guiné-Bissau ao Sudão continua a provocar polémica e reacções no país. Os guineenses não param de fazer comentários e reflexões sobre a deslocação de José Mário Vaz ao país presidido por Al-Bashir, sobre o qual impende um mandado de captura internacional por violações de direitos humanos.

De regresso ao país, após uma visita de pouco mais de 24 horas, Vaz disse que não lhe interessa a situação interna do Sudão e do seu Presidente, Al-Bashir, mas sim “resolver os problemas económicos da Guiné-Bissau”.

Para muitos guineenses que têm manifestado as suas opiniões nas redes sociais, a visita do Presidente da República da Guiné-Bissau ao Sudão revela uma ligação política com os chefes de Estado africanos, “que não inspiram exemplos plausíveis, quanto à observância das regras e o exercício da democracia nos seus respectivos países, o que não deixa de ser preocupante”.

Mas há quem defende o contrário.

“Tudo que o Chefe de Estado está a fazer é algo nobre para o país e visa, sobretudo, salvar a Guiné-Bissau da situação económica em que se encontra, sem pôr em causa os princípios democráticos”, escreve um internauta.

Antes da sua deslocação ao Sudão, José Mario Vaz visitou, na semana passada, a República do Congo, onde disse ter recebido “conselhos” do seu homólogo congolês, Denis Sassou Nguesso, sobre a crise política na Guiné-Bissau. VOA

ONU teme que Al-Qaeda se expanda para a Guiné-Bissau


O relatório do secretário-geral da ONU sobre a situação na Guiné-Bissau, que será apresentado hoje, em Nova Iorque, aos membros do Conselho de Segurança, diz que a Al-Qaida no Magrebe Islâmico se pode expandir para o país.

"Existem preocupações de que grupos como a Al-Qaida no Magrebe Islâmico podem aproveitar-se da instabilidade na Guiné-Bissau para ganhar presença e avançar a sua agenda de extremismo violento", lê-se no documento, que foi consultado pela Lusa.

Os autores do relatório lembram que em março deste ano quatro indivíduos, suspeitos de colaborar com organizações ligadas à Al-Qaida, foram perseguidos pelas autoridades no país e detidos enquanto tentavam cruzar a fronteira.

"Existem receios na região de que o país se possa tornar um alvo para excursões terroristas, visto que, no momento presente, a capacidade do governo responder a esta ameaça ou possíveis ameaças de crime organizado transnacional, como o tráfico de droga, continua limitada", explica o documento.

O relatório lembra ainda que instituições como o Banco Mundial, Banco Africano de Desenvolvimento e a União Europeia suspenderam o seu apoio orçamental ao país, uma situação que pode ter um "impacto devastante" no país, visto que 80% do seu apoio vem da ajuda internacional.

No geral, o relatório defende que "o inicial mas significativo progresso feito na Guiné-Bissau após as eleições de 2014, através da formação de um governo legítimo, inclusivo e democrático, foi amplamente revertido" nos últimos 12 meses. Lusa

Relatório da ONU recomenda manutenção de sanções à Guiné-Bissau


O relatório do secretário-geral da ONU sobre a situação na Guiné-Bissau, que será apresentado hoje, em Nova Iorque, aos membros do Conselho de Segurança, recomenda a manutenção das sanções ao país.

"Existe amplo consenso de que as sanções têm atuado como um impedimento ao envolvimento direto das forcas de segurança e defesa na deteriorante situação política que o país enfrenta desde agosto de 2015", lê-se no relatório, que foi consultado pela Lusa.

Uma destas sanções diz respeito à proibição de sair do país de 11 militares que estiveram envolvidos no golpe de estado de 2012, responsáveis que continuam a pertencer às forcas armadas e, à exceção de três, nas mesmas funções.

O relatório diz que os militares se têm mantido à margem da crise política, mas que "o risco de uma intervenção pode aumentar se a crise política persistir, se a reforma de setores relevantes não for implementada e, em particular, se a precária situação orçamental impedir o pagamento de [salários aos] soldados."

"O Conselho de Segurança deve manter a situação atual e enviar uma mensagem clara a todos os cidadãos da Guiné-Bissau: o regime de sanções é aplicável a todos, independentemente da sua afiliação política ou institucional", defende o secretário-geral.

O documento diz ainda que o Conselho de Segurança deve mostrar que está pronto para "fortalecer as medidas", que deve considerar o estabelecimento de um comité que recolha informação para sanções mais dirigidas e eficientes e, finalmente, recomenda a visita do presidente do Comité de Sanções da ONU à Guiné-Bissau.

No geral, o relatório defende que "o inicial mas significante progresso feito na Guiné-Bissau após as eleições de 2014, através da formação de um governo legítimo, inclusivo e democrático, foi amplamente revertido" nos últimos 12 meses.

A Guiné-Bissau atravessa uma crise política sem que os dois principais partidos do país, o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e o Partido da Renovação Social (PRS), consigam chegar a acordo para marcar uma data para a continuação dos trabalhos parlamentares e debater o programa de Governo.

O documento garante que "três mudanças sucessivas de governo e um prolongado período de paralisia política enfraqueceram ainda mais as instituições do estado", explica que "a implementação de reformas chave nos setores da defesa, segurança e justiça foi suspensa" e que "a prestação de serviços básicos foi negativamente afetada."

O relatório fornece ainda uma atualização sobre os principais acontecimentos políticos, de segurança, direitos humanos, e desenvolvimentos na área socioeconómica e humanitária na Guiné-Bissau desde o seu relatório mais recente, de 12 de fevereiro de 2016.

Este é o primeiro relatório produzido sobre a supervisão do novo Representante Especial, Modibo Ibrahim Touré, que substitui Miguel Trovoada. Lusa

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Fácil: O sal dissolve, o Baciro sai


O Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, garantiu hoje que enquanto for chefe de Estado o Parlamento do país nunca será dissolvido e aconselhou a classe política a entendimentos para o fim do impasse político.

José Mário Vaz fez a declaração à chegada ao aeroporto de Bissau, depois de uma visita de 24 horas ao Sudão, onde, disse que se foi encontrar com o seu "irmão mais velho", o Presidente daquele país, Omar Al-Bashir.

Ao responder a uma pergunta sobre se pensa dissolver o Parlamento já que se assiste um impasse no órgão, com os principais partidos desavindos quanto a aprovação do programa do Governo, o Presidente guineense afastou essa hipótese de forma categórica.

"Nunca. Nem hoje, nem amanhã, nem nunca. O Parlamento não será dissolvido, a minha preocupação é que haja entendimento entre os guineenses para que tenhamos uma solução para sairmos desta crise", observou o líder guineense.
José Mário Vaz falava no salão de honra do aeroporto internacional Osvaldo Vieira de Bissau na presença do presidente do Parlamento, Cipriano Cassamá, e do primeiro-ministro, Baciro Djá.
Vários setores políticos guineenses defendem a dissolução do Parlamento, competências do chefe de Estado, como única forma para ultrapassar o impasse.

"O Parlamento nunca será dissolvido enquanto eu for Presidente da República", declarou ainda José Mário Vaz para esclarecer que a crise política que o país vive, há mais de um ano, não tem nada que ver com a Presidência da República.

Questionado sobre o facto de o Governo de Baciro Djá estar há mais de 60 dias sem ter o programa de governação aprovado pelo Parlamento, conforme manda a lei guineense, José Mário Vaz remeteu para o primeiro-ministro a resposta sobre o assunto.

A lei guineense considera ilegal o Governo que não tenha o programa aprovado pelo Parlamento apos 60 dias em funções, devendo, nestas circunstâncias, o chefe de Estado demitir o executivo.
José Mário Vaz disse que vai limitar-se a respeitar a Constituição do país sem, contudo, especificar o que tenciona fazer. Luda

EXCLUSIVO DC: O 'governo' ilegítimo de Baciro Dja cai depois do regresso do PR JOMAV da Assembleia Geral da ONU, que acontece na terceira semana de setembro. DC vai, ainda hoje, trazer aos seus leitores um texto onde constará tudo, mas tudo sobre a paz podre entre José Mário Vaz e Dja. AAS

PEDIDO: Aos blogues, sítios, jornais e outros, que usam as minhas informações, e fotografias, façam o favor de citar a fonte: ditadura do Consenso. Não é mau e só vos fica bem. Boa tarde. AAS

ALERTA


Um cônsul honorário da GB contactou o DC com a seguinte mensagem: "Fomos convidados para esta reunião pelo ministro Artur Silva e pela secretária de Estado, Suzi Barbosa, mas não nos foi pedido nenhuma contribuição. Agora, estão a exigir—nos 30/40 e 50 mil euros, ou retiram-nos o cargo que desempenhamos. Seria bom se o PR JOMAV tomasse as rédeas e adiasse esta reunião, e que a mesma seja convocada por um governo legítimo." Leitor identificado

Bissau vegetal...


Caro António Aly Silva,

Antes de mais parabéns pelo seu blogue, que sigo desde há algum tempo.

De forma confidencial por motivos profissionais agradecia que desse a conhecer ao público em geral a situação extremamente grave que se tem verificado em Bissau.

Muitos importadores estão em completa ruptura de stocks e com falta de vários produtos básicos e de primeira necessidade.

Tanto quanto é possivel perceber a APGB está a dar prioridade a navios de arroz e caju deixando os navios porta-contentores (regulares em Bissau) com diversas cargas perecíveis (ovos, queijo, fiambre, frutas e legumes, leite...) a bordo durante semanas a aguardar para encostar ao cais.

Cumprimentos,
Leitor identificado

PR JOMAV foi recebido pelo marechal Omar El Bashir, presidente do Sudão



domingo, 28 de agosto de 2016

NUNO NABIAN: "Estão a vender o País"


Nuno Nabian, líder do partido Assembleia do Povo Unido (APU) exigiu hoje ao chefe de Estado da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, a dissolução do Parlamento e a criação de um governo formado apenas por tecnocratas.

Candidato derrotado nas últimas eleições presidenciais guineenses, Nuno Nabian acusou o Presidente José Mário Vaz de não estar a ajudar o desenvolvimento da Guiné-Bissau mas o enriquecimento ilícito dos dirigentes.

Falando em conferência de imprensa, o líder da APU acusou ainda o Presidente guineense de “ter recebido dinheiro da Arábia Saudita” através de um avião que aterrou em Bissau no passado mês de Junho, sem, contudo, revelar o montante.

“O dinheiro que veio nesse avião não deu entrada no Tesouro Público mas sim na Presidência da República”, defendeu Nuno Nabian, que acusa ainda os actuais governantes da Guiné-Bissau de estarem “a vender o país”. Jornalf8.net

ANP - Comunicado de imprensa


REPÚBLICA DAGUINÉ-BISSAU
Assembleia Nacional Popular
Gabinete de Assessoria de Imprensa do Presidente da ANP

NOTA DE IMPRENSA

No âmbito de uma audiência concedida pelo Presidente da ANP ao grupo de Deputados do PRS, PND e os 15 Expulsos do PAIGC, teve lugar hoje, 26 de agosto corrente, um encontro de trabalho, onde foram abordados assuntos ligados ao pedido formulado em subscrição por estes para convocação de uma sessão extraordinária, com vista a discussão e votação do Programa do Governo, liderado pelo Dr. Baciro Djá.

Depois de uma ponderada análise sobre o Regimento e a vontade manifestada pelos requerentes, chegou-se a seguinte conclusão:

1. O Regimento deve ser escrupulosamente observado em matéria de convocatória das Sessões Plenárias, nomeadamente reunir a Mesa, Conferência de Líderes e a Comissão Permanente;
2. O Presidente da ANP retém a data de 1 e 2 de Setembro, como proposta a apresentar aos órgãos referidos no número 1, para efeitos de deliberação;
3. Eleger, promover e reforçar o diálogo, como único meio adequado para a saída da crise prevalecente no país e consequentemente na ANP.
4. Convidar todas as partes envolvidas neste diálogo a concentrarem o seu esforço e sapiência na busca de saída consensual que leve a ultrapassar a crise que afecta o país.

Feito em Bissau aos 26 dias do mês de Agosto de 2016.

Assessoria de Imprensa do Gabinete do Presidente da ANP

sábado, 27 de agosto de 2016

PR JOMAV viaja hoje, à meia—noite, para Kartoum, no Sudão. Acompanham—no o ministro da Administração Interna, Botche Cande, e o general Umaro Sissoko. AAS

DIRECTO DC/FALA O LÍDER



"Tenho orgulho de ver o Camarada Inácio Correia ao lado do Presidente de ANP, assim como os nossos fiéis deputados defendendo as orientações do partido, estou feliz e a todos eles digo obrigado. - DSP, presidente do PAIGC

Ainda DSP relembrou o passado: "Quando estava em curso um plano de golpe de estado e eu senti-me na obrigação de dizer a todos que não tínhamos garantia da vida deles e para isso dei a ordem de se retirarem da sala e tive uma resposta: este é aquele momento em que damos nossas vidas para o bem estar do partido e do povo guineense, a eles todos hoje digo obrigado pela coragem e determinação."

Quer dizer ja la vão 2 anos que devíamos estar a falar e não conseguimos, porque tínhamos dito a todos "façam fotografias para que no fim do nosso mandato possam vir nos pergunta e ou melhor fazer a comparação do que encontramos e o que temos feito", mas infelizmente nos foi negado o nosso pedido e hoje estamos assim como estamos. Quem tem razão nunca pode ter medo por isso nós não temos medo. Amílcar Cabral bem disse: nem todos são do partido! Hoje as perguntas são fáceis de fazer: é tentar saber porque que não podemos estar bem um com outro.

Há grupo de gentes que querem incutir na cabeça das pessoas, coisas que só nos podem fazer mal, coisas como "Djintis de Praça, Cristons, no ca gosta di muçulmanos" mas tudo isso é coisa dos fracos, mentiras e deturpações. Tudo o que fizemos dentro do Partido a primeira coisa é homenagem aos combatentes de liberdade da patria, e muitos deles eram, são muçulmanos. Dizem que o nosso plano estrategico é fraco, mas é tão fraco que não conseguiram aumentar uma so vírgula e ainda querem fazer aprovar o que é nosso, do PAIGC, por direito.

Os inimigos do nosso grande partido ainda estão tentando de todas formas silenciar as pessoas, prender deputados sem lhes tirar imunidade, ir a casa das pessoas no calar da noite para silenciar as pessoas. Nada conseguirão a não ser desacreditarem a eles mesmos.

Se alguma vezes o PAIGC esteve determinado na sua luta, agora mais que nunca está e estara determinado, estamos dispostos a perdoar quem quer que seja mas a diciplina partidaria e o estatuto do Partido tem de ser escrupulosamente respeitado." - DSP

DIRECTO DC/DSP em Lisboa - Tchim, tanque de guerra!



"A grande verdade é que neste momento a batata quente foi passada para a ANP, mas quero deixar a todos aqui presentes que fiquem tranquilos porque lá estamos firmes e coesos. Relembrando as palavras do Jomav, a unanimidade mata a democracia, foi o primeiro passo para derrubar o Governo do DSP.
Digo ainda, o Jomav é ingrato e não gosta de reconhecer a verdade, mas asseguro-vos que dentro de pouco tempo vamos sair desta fase triste em que o próprio presidente nos meteu com a sua lama sujando todo o País. O Jomav e o seu cão de guarda, o Baciro Dja, já não tendo mais nada de inventar contra o DSP lançaram agora que este não gosta dos Muçulmanos.
O 1º vice Presidente de ANP lembrou ainda a tentativa de humilhação que o Jomav fez para com a falecida heroína Carmem Pereira quando lhe foi subsidiada com 2.500.000 fcfa para tratamento médico no estrangeiro e foi levada a Procuradoria Geral para responder e a menos de uma semana, a um conselheiro do Presidente (o Iaia Djaló) foi dado 9.000.000 fcfa para vir tratar e nem foi chamado, até onde o Jomav quer levar o seu ego?" - palavras de Inácio Correia Tchim

DIRECTO DC/DSP em Lisboa - a palavra ao tio do AAS



O Presidente da comissão política do PAIGC no Porto, Aliu Said Aly: "Jomav é a maior decepção que a Guiné-Bissau alguma vez conhecerá, ele é mentiroso e é assim tratado por todos os Guineenses do Porto".

DIRECTO DC/DSP em Lisboa - mais aclamações



Sidia Cassama, um dos responsáveis do PAIGC ao usar da palavra gritou fortemente viva o PAIGC, viva o DSP e ainda destacou as figuras de alguns ex-membros do Governo de legítimo tais como, Geraldo Martins, José Antonio Cruz Almeida, os Secretários de Estado do Ambiente e do Plano, e o JBV dos Transportes, bem como o 1º vice Presidente da ANP o Deputado Inácio Correia (Tchim), e ainda em viva voz gritou abaixo o Presidente Ditador José Mário Vaz

DIRECTO DC/DSP em Lisboa: Intervenções acaloradas e inspiradoras



"Eu sou combatente de liberdade da Pátria, lutei pela minha independência, muita gente ja me disse: já lutaste muito e nunca te deram e nem nunca conseguiste nada. Uma resposta que sempre dei a todos é que eu não fui lutar para conseguir algum cargo mas sim para ser livre e independente. Como um homem diz ser Presidente de todos os Guineenses e todo esse tempo da sua presidência so foi a Calequisse, como este pode falar em nosso nome? - palavras Tchambu Djassi uma senhora combatente de liberdade da Pátria

DIRECTO DC/DSP em Lisboa, bem acompanhado



DIRECTO DC/DSP recebido em êxtase em Odivelas pela diáspora guineense






O público ouve atentamente as palavras do presidente do PAIGC, Eng. Domingos Simões Pereira

ATENÇÃO: A reunião dos cônsules e embaixadores, programada para os dias 1, 3 e 4 de setembro, em Bissau tem uma única finalidade: extorquir dinheiro os cônsules honorários, para desgastar o PR JOMAV. Ficam avisados. Ou seja: aceitam pagar...ou retiram—lhes as credenciais. É que por cá já não há dinheiro para eles. Bandidos. AAS

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Alguém para mandar calar o Rui Diã de Sousa? Quem é que representa no parlamento? A que partido pertence? Senta—se em que bancada? Esqueçam os 15 e ponto final. São isso mesmo: Passado! AAS


P.S.: O JOMAV vai fazer—vos companhia não tarda nada...AAS

PAIGC E PRS PODEM FORMAR GOVERNO

Os dois principais partidos da Guiné-Bissau, Partido para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e Partido da Renovação Social (PRS), admitem a possibilidade de formar um Governo de Unidade Nacional para desbloquear o impasse no Parlamento guineense que há mais de um mês não consegue agendar uma data para discutir o programa do Governo por as duas forças políticas não se entenderem.

PAIGC e PRS admitem Governo de União

Em declarações à imprensa guineense, Jorge Malú, antigo presidente do Parlamento e um dos vice-presidentes do PRS, disse que o seu partido “está aberto a qualquer solução que possa trazer paz para o país”.
Prazer.

As suas palavras foram ao encontro as de Carlos Correia, antigo primeiro-ministro e primeiro vice-presidente do PAIGC, para quem um Governo de Unidade Nacional “é a única saída para a crise política que assola o país, já que o actual parece não ter pernas para andar”.

O PAIGC e o PRS analisaram na quarta-feira a situação politica na Guiné-Bissau, por iniciativa do primeiro destes partidos, que nas últimas semanas tem feito movimentações politicas para traçar uma nova base política, com maior incidência na reconfiguração do actual Governo, liderado pelo primeiro-ministro Baciro Djá e sustentado pelo PRS.

Ss negociações entre as partes coincidem com os recentes encontros realizados pelo Escritório da ONU em Bissau destinados a abordar a formação de um Governo de Unidade Nacional, com a participação de todas as forças políticas do país. O diálogo entre as duas grandes forças políticas da Guiné-Bissau também acontece depois de a ONU as aconselhar a encontrar uma solução para a crise “através de um diálogo directo”.

Legitimidade do Governo não terminou com a crise

O acórdão do Supremo Tribunal de Justiça da Guiné-Bissau que considerou constitucional o decreto presidencial que nomeou Baciro Djá primeiro-ministro guineense parecia pôr fim à grave crise política e institucional que por quase dois anos atrasa o país, uma vez que, apesar de criticar a decisão, o PAIGC, partido que venceu as últimas eleições legislativas com maioria absoluta mas não lhe é permitido governar, garantiu que a ia respeitar .

Parecia pôr fim à crise porque a maioria absoluta do PAIGC, de 57 dos 102 lugares no Parlamento, perdeu-se após 15 deputados dissidentes do partido se juntarem ao PRS para formar Governo e com o apoio dos “15” o PRS, com 41 deputados, podia formar um Governo com maioria. A decisão do Supremo Tribunal de Justiça também parecia indicar que o Presidente da República, José Mário Vaz, ganhava o longo “braço de ferro” com o PAIGC, particularmente com o líder do partido com maioria parlamentar, Domingos Simões Pereira.
A não aprovação do Governo de iniciativa presidencial até agora parece desmentir tais teses.

José Mário Vaz

A criação de um Governo guineense de Unidade Nacional era uma vitória para o povo guineense, mas também uma derrota para o Presidente José Mário Vaz porque significava a queda de um segundo Governo de iniciativa presidencial no espaço de um ano.

O Chefe de Estado guineense, recorde-se, bloqueou no passado uma proposta de Governo inclusivo do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde e preferiu nomear um segundo governo de iniciativa presidencial liderado por Baciro Djá, mesmo depois de o primeiro, também liderado por Baciro Djá, cair após ser considerado inconstitucional.

A proposta de governo inclusivo apresentada em Maio pelo PAIGC ao Presidente guineense José Mário Vaz - acompanhada de uma proposta de um pacto de estabilidade a assinar publicamente por todos os políticos com assento parlamentar - previa para o PAIGC 18 pastas ministeriais num universo de 34, oito pastas ao PRS, três aos demais partidos com assento parlamentar, duas à Presidência da República, outras tantas a partidos políticos sem assento parlamentar e uma à sociedade civil.

Em resposta à proposta do PAIGC, o Presidente José Mário Vaz convidou o PRS para formar um novo Governo, “na qualidade de segundo partido mais votado nas últimas eleições legislativas” por o PAIGC, partido que venceu as últimas eleições legislativas com maioria absoluta “não ter apresentado um acordo que reúna o apoio maioritário dos deputados”.

Querelas pessoais entre o Chefe de Estado e o líder do PAIGC, dizem analistas guineenses, parecem ser a génese da crise. Jornal de Angola

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Jogos Paralímpicos Rio 2016: Guiné-Bissau pode ficar em terra


O Comite Paralimpico da Guine-Bissau, vem por este meio comunicar a todos os cidadaos guineenses sobre o risco e indisponibilidade da obtencao de fundo de apoio para poder marcar a sua presenca nos Jogos Paralimpico do Rio 2016 (7 a 18 de setembro), por falta de meios financeiros.

Por esta fundamental razao de grande importancia para promover a imagem e reputacao do pais no maior evento desportivo mundial para o desporto adaptado, o CPGB vem solicitor o governo para assumer um papel visivel, encorajador para ajudar desbloquear a situacao acima referenciada que e assunto do interesse nacional.

O governo apoiou o Comite Olimpico da Guine-Bissau incluisive o PM Baciro Dja, Luis Junior (protocol) e o Ministro da Juventude, Cultura e Desportos Tomas Gomes Barbosa, estiveram no rio de Janeiro para paseio e gastar dinheiro do povo (porque nem sequer foram assistir a cerimonia de abertura, somente para ver o combate de judo da Taciana e assistir o jogo de futebol da equipa de Portugal - VERGONHA!

Deficientes da Guine-Bissau NAO podem ficar indiferente com esta descriminacao da parte do Presidente da Republica, PM e M desportos.

Todos receberam cartas sobre a participacao da delegacao do CPGB nos Jogos do Rio 2016, nem sequer tiveram a vergonha de ao menos responder as respectivas cartas! Porque? INCOMPETENCIA? MA FE? ESTES SAO OS NOSSOS GOVERNANTES?

Nao fomos aos Jogos africanos 2015, Jogos da CPLP em Cabo Verde, etc. E tem dinheiro para viajarem para o o Rio de Janeiro? Hotel? Etc? Etc?

Caro amigo Aly, com este pequeno apanhado penso que poderia ajudar-nos a divulgar um grito de revolta!

Leitor identificado

Líder do PAIGC elogia JES


O Presidente José Eduardo dos Santos teve outro encontro de cortesia com o líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, com quem conversou sobre os laços entre os dois partidos e povos, as relações históricas e a actual situação política na Guiné Bissau.



"Partido irmão"

Domingos Simões Pereira partilhou com jornalistas, à saída do Palácio Presidencial, o que conversou com o Presidente José Eduardo dos Santos. “Nós olhamos para o MPLA não só como um partido irmão, mas para o seu líder, que é também Presidente da República, como uma referência naquilo que tem conseguido na promoção da unidade e da coesão”, disse.

O líder do PAIGC considerou confortantes as palavras do Presidente José Eduardo dos Santos que recomendou o “diálogo, o respeito pelas instituições e pelos órgãos de soberania, como o único caminho para se ultrapassarem as divergências e sanar a crise política”.

Ao analisar a crise política no seu país, onde prevalece o “braço de ferro” entre a direcção do PAICV e o Presidente da República, José Mário Vaz, Domingos Simões Pereira falou em “várias vicissitudes” que estão na base do actual cenário político, mas que acredita na “boa vontade e no comprometimento de todas as forças políticas na busca de uma solução negociada, da qual participem todos os actores políticos activos na Guiné Bissau”.

Domingos Simões Pereira revelou que está em curso, em Bissau, um processo de diálogo político, em que acredita num desfecho positivo para a estabilidade do país e para a prosperidade do povo guineense. O líder do PAIGC disse ser da responsabilidade sobretudo dos guineenses entenderem-se e solucionarem os seus problemas, mas que é “perfeitamente normal” qualquer ajuda ou gesto de boa vontade de entidades que possa ajudar a ultrapassar esse mau período da sua história.

Recuperar a confiança

“Há que reconhecer que o período de instabilidade que vivemos no país já vai longo demais, e é perfeitamente normal que em algumas situações seja necessário a facilitação de entidades irmãs, amigas que queiram partilhar a sua experiência, dar os seus conselhos, ajudar a recuperar a confiança que está de alguma forma perdida entre os actores políticos guineenses”, assinalou Domingos Simões Pereira.

O líder do PAIGC veio a Angola como convidado ao VII Congresso Ordinário do MPLA, que elegeu José Eduardo dos Santos para presidente do partido, e um novo Comité Central, que é o órgão deliberativo máximo no intervalo entre os Congressos.

Na sequência do Congresso, o partido no poder elegeu João Manuel Lourenço para vice-presidente, Paulo Kassoma, para secretário-geral, e uma nova Comissão de Auditoria e Disciplina. Jornal de Angola

<<<< Já votou? Vá lá, não custa nada meter os patins ao ditadorzeco...AAS

Erro Jurídico no caso JBV


No texto sobre a libertação do JBV, escrito pela Lusa:

Não foi o habeas corpus que o juiz de instrução criminal apreciou, até porque não é da competência deste, apesar do pedido poder dar entrada naquele tribunal para procedimentos legais (seria encaminhado para o STJ com as devidas informações em torno a detenção da pessoa em causa (a data da detenção, etc) para a sua apreciação e decisão; voltaria o mesmo a baixar para o juiz proceder o cumprimento do mesmo.)

O que o JIC apreciou e decidiu neste processo foi o pedido de legalização da prisão preventiva, alegando o perigo de fuga e a obstrução da investigação; o juiz achou que os requisitos invocados não preenchem e indeferiu o pedido e ordenou a imediata libertação da pessoa em causa. AAS

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

JBV nas 'mãos de Deus'


O ex-secretário de Estado dos Transportes e Comunicações da Guiné-Bissau, João Bernardo Vieira, saiu hoje em liberdade após ter sido detido durante uma semana por ordem do Ministério Público.

João Bernardo Vieira, detido pela Polícia Judiciária a 17 deste mês, dia em que completou 39 anos, disse, em declarações aos jornalistas que acredita na justiça divina.

“Sempre disse que o poder de Deus é maior que o dos homens”, enfatizou o ex-governante, que estava com um enorme crucifixo católico no pescoço quando saiu da cela.

Afirmando-se crente em Deus, João Bernardo Vieira disse que tem sido perseguido “há mais de um ano” - por pessoas ou entidades que não especificou - mas que sempre se predispôs para provar a sua inocência perante a justiça, na qual também acredita.

O advogado do ex-governante, Carlos Pinto Pereira, disse que o seu constituinte desconhece qual a acusação formulada por parte do Ministério Público contra si e que este saiu em liberdade porque o Juiz de Instrução Criminal (JIC) do Tribunal de Relação de Bissau aceitou o pedido de 'habeas corpus' que interpôs.

O Ministério Público queria que o JIC confirmasse a prisão preventiva do ex-governante, enquanto estivesse a investigar um conjunto de suspeitas que alega penderem sobre João Bernardo Vieira durante a sua presença no Governo.

Entre as suspeitas, figura o processo de contratação da empresa de aviação privada portuguesa, EuroAtlantic, que liga a Guiné-Bissau a Portugal, liderado por João Bernardo Vieira, indicou à Lusa uma fonte judicial, mas que se recusou a adiantar pormenores das alegadas dúvidas.

O advogado Carlos Pinto Pereira notou que João Bernardo Vieira “vai aguardar tranquilamente em sua casa” pelas diligências futuras “estando totalmente disponível” para colaborar com a justiça para a descoberta da verdade sobre qualquer acusação, disse.

O Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), de que João Bernardo Vieira é porta-voz, considera que o seu dirigente é alvo de perseguição por parte do Procurador-Geral da República, António Sedja Man e do Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz.

O partido denuncia a existência de uma alegada lista com os nomes dos seus dirigentes, todos ex-governantes, que vão ser detidos, mas sem indicar de quem se tratam. Lusa.

Mindjer mangadel na matu...: Segundo ministro do Comércio, a campanha do caju foi boa, e nota-se: "o agricultor mudou a palhota pelo zinco, comprou um carro...arranjou outra mulher..." Para o ano já sei, kampanha di cadju ka na maina, nem que seja só para arranjar uma mulher...deve haver no mato, aos pontapés!!!

ANP


REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU
Assembleia Nacional Popular


GABINETE DE ASSESSORIA DE IMPRENSA DO PRESIDENTE

O Gabinete de Assessoria de Imprensa do Presidente da ANP leva ao conhecimento da opinião pública nacional e da Comunidade Internacional de que os Deputados da Bancada Parlamentar do PRS, do PND, os 15 expulsos do PAIGC e do PCD deram entrada, no dia 22.08.2016, um requerimento no qual solicitaram a convocação de uma sessão extraordinária para a apresentação, discussão e votação do Programa do Governo.

O Presidente da ANP, em conformidade com os preceitos regimentais, admitiu o referido requerimento e, imediatamente, procedeu a convocatória dos órgãos internos da Assembleia, nomeadamente Mesa (dia 29), Conferência dos Líderes (dia 30) e Comissão Permanente (dia 31) do corrente mês, portanto, encetando todas as diligências com vista a convocação da sessão extraordinária.

Por isso, é com profunda estranheza e preocupação que o Presidente da ANP ouviu as declarações do Deputado Tumane Mané, a saída da audiência com o Presidente da República, na qual afirma categoricamente que haverá sessão extraordinária nos dias 30 e 31 de agosto, porquanto a minoria não pode comandar a maioria.

O Gabinete de Assessoria de Imprensa do Presidente da Assembleia Nacional Popular exorta ao Deputado Tumane Mané bem como os restantes subscritores do requerimento em causa para se absterem de proferir declarações incendiaras desta índole, que só servem para agudizar o clima de tensão reinante na classe política, principalmente quando, através do impulso do Presidente da ANP, estão a ser levados a cabo esforços sérios tendentes a ultrapassar o impasse político que tem bloqueado o normal funcionamento da Comissão Permanente.

Nesta conformidade o Gabinete de Imprensa do Presidente da ANP apela a calma aos Digníssimos Deputados subscritores do requerimento em causa e encoraja os dois principais partidos políticos representados da Assembleia Nacional Popular a encetarem conversações com o propósito de ultrapassar o impasse.

Feito em Bissau, aos vinte e quatro dias do mês de agosto de dois mil e dezasseis.

O Gabinete de Assessoria de Imprensa do Presidente da ANP.

Da ANP para o palácio


O presidente da ANP, Cipriano Cassama, disse hoje que a sua instituição "não será pisada por nenhum outro órgão de soberania". Cipriano Cassamá fez estas afirmações durante o encontro realizado com um grupo de líderes muçulmanos de diferentes regiões do País.

“Estamos disponíveis, como irmãos, para trabalharmos pela paz e estabilidade, mas há uma coisa feia: querem imputar-nos as responsabilidades pela crise e nós não vamos aceitá-las, vamos trabalhar para um Estado de direito e democrata, temos um regime semi-presidencialista com quatros órgãos e a assembleia não será pisada por nenhum outro órgão de soberania”, salientou.

Por outro lado, afirmou, estão a exercer a sua competência de maneira cabal. "Até então estou a cumprir a lei, há guineenses que não conseguem três ou mesmo duas refeições diárias e temos que lutar para garantir a estabilidade e a paz, mas todos nós temos que garantir estabilidade, de acordo com a Constituição da República”, disse.

Apesar de todos estes desentendimentos entre os dois maiores partidos políticos - PAIGC e PRS - o presidente da ANP Cipriano Cassamá, disse estar convicto que brevemente haverá um entendimento entre as duas partes. AAS

LIVRE: Não à ditadura JOMAV/SEDJA MAN

JBV: Tudo falso — como Judas

JBV EM LIBERDADE TOTAL. O JUIZ DE INSTRUÇÃO CRIMINAL DO TRIBUNAL DA RELAÇÃO NÃO ACEITOU AS ACUSAÇÕES QUE O MINISTÉRIO PÚBLICO GUINEENSE FEZ CONTRA JBV POR SEREM INFUNDADAS E SEM SUBSTÂNCIA.
FOI UM ANO E MEIO DE PERSEGUIÇÃO QUE PARECE TER CHEGADO AGORA AO FIM. ACUSAÇÕES SOBRE A EUROATLANTIC, CASA NOVA, 3 MILHÕES DE USD AFINAL ERA TUDO MENTIRA.
E AGORA QUEM É QUE É RESPONSÁVEL POR LHE TEREM PRIVADO A LIBERDADE POR UMA SEMANA? QUEM É QUE VAI PAGAR POR TODA A DIFAMAÇÃO E CALÚNIA DE QUE FOI ALVO DURANTE ESTE TEMPO TODO? AI GUINÉ!!! AAS

ÚLTIMA HORA/NOTÍCIA DC: JBV está em liberdade total. AAS

terça-feira, 23 de agosto de 2016

JBV já foi ouvido no palácio da Justiça, e aguarda agora a decisão. AAS

FINANÇAS: Neste ministério, chamam "burro" ao ministro e "bois" aos secretários de Estado! Assim mesmo....kkkkkk AAS

PAIGC-MPLA


PARTIDO AFRICANO PARA A INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ E CABO-VERDE
Secretariado Nacional

À
Direcção Superior do MPLA
Luanda / República de Angola

Caros Camaradas,

A Direção Superior do PAIGC representada pela sua Comissão Permanente do Bureau Político numa reunião alargada ao Secretariado Nacional expressa ao Camarada Presidente do MPLA as suas felicitações por sua reeleição como líder incontestável desse grande Partido irmão, dando esperanças de que o seu novo mandato poderá contribuir de forma decisiva para continuar imprimindo desenvolvimento, progresso e bem-estar aos angolanos e ajudar consequentemente a África a consolidar os seus avanços para cimentar a democracia e o desenvolvimento.

O PAIGC rejubila-se pelo facto desta reeleição do camarada Presidente ter obtido uma votação que fala de per si e que relança o MPLA para novas e decisivas vitórias e permitirá consequentemente consolidar e reforçar os laços que mantém e desenvolve com os partidos irmãos, nomeadamente, o PAIGC.

A Direção do PAIGC corrobora com as palavras proferidas na saudação feita ao VII Congresso pelo nosso Presidente, Camarada Domingos Simões Pereira, que situa o progresso alcançado em todos os domínios pela nação angolana como consequência direta da sábia e clarividente orientação do camarada Presidente José Eduardo dos Santos, um líder, um visionário e um grande patriota, o que leva o PAIGC e a sua Direção a agradecerem o MPLA e o seu incontestável líder pelo sucesso pela conquista da paz, no perdão e reconciliação da nação angolana e na convocação da nação angolana para a edificação do futuro de forma inclusiva e sem segregações por diferenças da cor da pele, de religião, da região ou do género.

A Direção do PAIGC reunida em Bissau, mas mantendo um permanente contacto com o seu Presidente em Luanda, congratula-se não somente pelo facto do VII Congresso vir demonstrar de forma inequívoca a vitalidade e força do MPLA, como pela forma programática dos conteúdos agendados para as discussões neste congresso, demonstrativos da capacidade e excelência de um grande partido alinhado com a atualidade, capaz de responder às exigências do presente e traçar o caminho para conquistar o futuro e construir uma Angola próspera e feliz.

Em vésperas de comemorar o seu 60º aniversário, o PAIGC que conta com a maioria do apoio dos guineense, que o considera sem margens para dúvidas como como seu legitimo representante, reitera a sua plena convicção de que Angola é um país irmão e o MPLA um parceiro amigo, companheiro de longas e importantes batalhas e que juntos continuarão a lutar para materializar o fecundo pensamento dos seus grandes líderes, Amílcar Cabral e Agostinho Neto e superiormente perseguidos pelo camarada Presidente José Eduardo dos Santos.

Viva o MPLA!
Viva o PAIGC!
Viva o Camarada José Eduardo dos Santos!
Viva a amizade e solidariedade entre o MPLA e o PAIGC!

Bissau, 20 de agosto de 2016
O Secretariado Nacional do PAIGC

PAIGC - COMUNICADO


PARTIDO AFRICANO PARA A INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ E CABO-VERDE
Secretariado Nacional
Comunicado de Imprensa

O PAIGC contínua atento as manobras que estão sendo urdidas contra ele, com objectivos políticos claramente definidos pelos seus adversários, que visam amordaçá-lo, enfraquecê-lo e denegrir a sua imagem junto ao povo guineense, através de acções contrárias à legalidade democrática e constitucional, com o beneplácito tácito do próprio Presidente da República.

As prisões arbitrárias e ilegais do Deputado da Nação, Gabriel Sow, sem o levantamento da sua imunidade parlamentar, do ex-Secretário de Estado dos Transportes e Comunicações, João Bernardo Vieira, detido sem que tenha sido formulado nenhuma acusação concreta e por razões que assentam na sua não comparência a uma intimação da Procuradoria-Geral da República que por sinal não recebeu, para além de uma feroz e descabida censura a tudo o que ao PAIGC diz respeito nos órgãos de comunicação social do Estado, para além de outros actos intimidatórios levados a cabo contra destacados dirigentes do Partido, até hoje não mereceram sequer um simples comentário vindo das Instituições da República que tem a suprema obrigação de velaram pela aplicação da Constituição da República, o que de per si indicia sintonia perfeita nestas acções e actos que em nada dignificam a democracia e o Estado de Direito, mas que indiciam de forma cabal e irrefutável que está-se a implantar no país com total impunidade a ditadura.

O PAIGC não baixará os seus braços porque está ciente da sua razão e dos seus direitos e usará de todos os meios legais ao seu dispor para impor a sua razão, pelo que continuará a manter a sua decisão de boicotar o funcionamento da Assembleia Nacional Popular e paralelamente a denunciar os abusos e desmandos que estão sento levados a cabo pelos mentores da ditadura, através dos seus esbirros.

O PAIGC pergunta ao Senhor Presidente da República por que razão e direitos mantém em funções o seu Governo, ultrapassados que estão os 60 dias impostos pela Constituição da República.

Mais ainda, o Senhor Presidente da República sabe que o seu Governo de Iniciativa Presidencial está em regime de gestão e isso o obriga somente a praticar meras acções de gestão da coisa publica, mas que viola de forma abusiva e descarada, contraindo dividas, assinando acordos, nomeando e demitindo funcionários, entre outras graves irregularidades de gestão económica e financeira.

Perante isso e ainda de outros graves e reiteradas irregularidades ligadas a corrupção, ao abuso de poder, o PAIGC questiona quem de direito:

• Será que o Senhor Presidente da República não sabe que o país esta a enfrentar no momento presente uma grave crise que começa já a criar sérios problemas a uma grande maioria de famílias guineenses?

• Será que o Senhor Presidente da República esta acima da lei e da própria Constituição da República?

• Ou será que o Senhor Presidente da república se sente já um Luís XIV, considerando que ele já é o Estado?
O PAIGC chama a atenção da comunidade internacional e muito em particular o Grupo dos G5, nomeadamente, a UNIOGBIS, CEDEAO, União Africana, União Europeia e a CPLP para estas graves e reiteradas violações da Constituição da República e dos direitos do homem na Guiné-Bissau.

O PAIGC apela a vigilância dos seus militantes, simpatizantes e do povo guineense perante estas graves violações e abusos de poder que este regime vem levando a cabo em total impunidade e sob o olhar conivente do Presidente da República.

Bissau, 22 de agosto de 2016
O Secretariado Nacional do PAIGC

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Kuma greve na nundé? Eu não uso nada da Orange — nem gajas ;) AAS

Assassinato do PGR Nicandro Barreto - 17 anos depois


Excelentíssimo Senhor Procurador-Geral da República da Guiné-Bissau
Dr. António Sedja Man

Bissau, 22 de Agosto de 2016


Assinalando o décimo sétimo aniversário do bárbaro assassinato de Nicandro Pereira Barreto, ocorrido na noite de 22 de Agosto de 1999, a familia Barreto,vem pedir contas a Justica Guineense, tal como o tem feito incansavalmente ao longo destes anos.

Continuamos a solicitar as autoridades judiciais guineenses que revelem o conteúdo do Relatorio do Inquerito elaborado pela Policia Judiciaria Portuguesa e que foi transmitido por via diplomática as autoridades Guineenses em finais de 1999. Acreditamos que este documento contem elementos suficientemente esclarecedores das razoes,circunstancias e dos autores do assassinato de Nicandro Barreto.

Estamos convictos de que desde essa data, os diferentes responsaveis politicos que se sucederam na lideranca do Estado, impediram de forma voluntaria e consciente o funcionamento da Justiça, por razoes que competir-lhes-á um dia explicar.

O assassinato de Nicandro Pereira Barreto, ocorrido pouco tempo apos o término do conflito militar em 1999, inaugurou uma nova pagina na história já sangrenta do nosso Pais. Introduziu o assassinato político, como meio de resolucao de contenciosos e outras disputas políticas, tendo como factor agravante a certeza da impunidade dos seus autores.
A ausencia do funcionamento da justica nesta situação, abriu a via para este metodo barbaro que envenena hoje as nossas Instituicoes e desacredita a nossa Justica.

Constatamos indignados que as autoridades da Guine Bissau não estão interessadas na resolucao deste caso, pois nem sequer podem invocar ausencia de meios, dificuldades materiais ou outras, para levar a cabo as investigacoes. Estas foram efectuadas, o inquérito foi concluído e existe um relatório elaborado pela Policia Judiciaria Portuguesa em colaboração com a sua homologa guineense.

Excelência

No pressuposto confirmado ao longo destes 17 anos, de que os assassinos de Nicandro Barreto teem sido protegidos pela passividade dos responsáveis pelos órgãos de soberania do nosso Pais, queremos reafirmar que não abdicaremos do nosso direito legítimo de testemunhar a realizacao da justiça através da traducao em juizo dos autores morais e materiais desse horrivel e cobarde crime.

Senhor Procurador Geral da Republica, de acordo com o zelo que tem demonstrado no cumprimento das suas funções, a família Pereira Barreto espera igualmente de si uma resposta aos nossos legítimos anseios de que finalmente a Justiça seja feita, independentemente das implicações que possa acarretar.

Com a mais elevada consideração;
Atenciosamente,

Nelvina Barreto
(Em representacao da familia Pereira Barreto)

C.c. Exmos Senhores: Presidente da Republica da Guine Bissau
Presidente da Assembleia Nacional Popular da Guine Bissau
Presidente do Supremo Tribunal de Justica da Guine Bissau
Primeiro-Ministro da Republica da Guine Bissau
Ministro da Justica da Guine Bissau
Liga Guineense dos Direitos Humanos
Representante Especial do Secretario Geral das Nacoes Unidas na Guine Bissau
Supremo Tribunal de Justiça da CEDEAO

ODIVELAS/LISBOA: DSP junta diáspora guineense

O PERSEGUIDOR-GERAL DA REPÚBLICA está, mais a família, confortavelmente instalados no hotel Dom Pedro, nas Amoreiras. Enquanto isso, há gentes nas cadeias, perseguições, entre outras merdas. Férias sumptuosas, carago! AAS

DIPLOMACIA: Vaticano nomeia novo embaixador para Bissau


O Papa Francisco nomeou hoje como seu novo representante diplomático na Guiné-Bissau o arcebispo Michael W. Banach, natural dos Estados Unidos da América.

O arcebispo americano assume o cargo que estava vago desde junho de 2015, quando D. Luis Mariano Montemayor foi nomeado pelo Papa Francisco para a República Democrática do Congo.

D. Michael Banach, de 53 anos, é núncio (embaixador da Santa Sé) desde fevereiro de 2013, tendo começado a exercer funções na Papua Nova-Guiné e as Ilhas Salomão, antes de seguir, em março deste ano, para o Senegal, Mauritânia e Cabo Verde.

Anteriormente, tinha sido representante permanente da Santa Sé na Agência Internacional da Energia Atómica e das outras instituições internacionais com sede em Viena (Áustria). Agência Ecclesia

ÚLTIMA HORA/NOTÍCIA DC: JBV tem audição marcada para amanhã, às 10 horas. Finalmente!!! Pouca vergonha tem limites! AAS

sábado, 20 de agosto de 2016

PAIGC e o Grupo dos 5


PARTIDO AFRICANO PARA A INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ E CABO-VERDE
SECRETARIADO NACIONAL


Comunicado de Imprensa

O PAIGC está disposto a negociar com quem quer que seja, para viabilizar uma solução para o país, desde que a base negocial assente na legalidade democrática e no respeito pela Constituição da República.

Foi nesta perspectiva que ontem respondeu a um convite dos integrantes do G5, nomeadamente, a UNIOGBIS, CEDEAO, CPLP, União Africana e União Europeia, para analisar as saídas mais viáveis para a busca de uma solução para a presente crise que assola a Guiné-Bissau na sequência da demissão dos Governos Constitucionais do PAIGC.

O PAIGC saúda e felicita por isso os esforços empreendidos pelo Presidente da Assembleia Nacional Popular, ao fazer sentar as bancadas parlamentares do PAIGC e do PRS, em que ambos manifestaram a sua inteira disponibilidade em colaborar no sentido de se encontrar uma saída para a actual crise, mediante um diálogo institucional entre os dois maiores partidos representados na ANP.

No encontro mantido com o G5, a delegação do PAIGC, manifestou-se aberto a negociar com todos os Partidos Políticos, particularmente com o Partido de Renovação Social (PRS), tendo já, inclusive, enviado à Direcção deste partido um convite, para encetar conversações sérias, transparentes e patrióticas de forma a encontrarem-se as soluções que possibilitem ultrapassar a actual e grave crise que assola o país há cerca de dois anos.

Apesar de ter ganho as ultimas eleições com maioria absoluta, o PAIGC manifestou ao P5 a sua inteira disponibilidade de, no quadro do retorno à legalidade constitucional, dar o seu apoio à formação de um Governo de Inclusão por si liderado, na linha da sua proposta, atempadamente endereçada ao Presidente da República.

O PAIGC aguarda agora um sinal do PRS visando o entabular do processo negocial que conduza o mais rapidamente possível a uma solução para fazer sair o país da grave crise política e institucional em que se encontra.

Bissau, 18 de agosto de 2016

O Gabinete de Imprensa do PAIGC

DSP/MPLA


PARTIDO AFRICANO PARA A INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ E CABO-VERDE
Gabinete do Presidente

Camarada Engenheiro José Eduardo dos Santos
Presidente do MPLA e Presidente da República de Angola
Camaradas Membros da Direção Superior do MPLA e do Presídio do Congresso
Digníssimos Delegados ao VII Congresso
Excelências,
Minhas Senhoras e meus Senhores,

Camaradas,

Ontem, assistimos a uma extraordinária manifestação política, a uma demonstração inequívoca da força, da unidade e da determinação dos militantes de um partido sólido e consolidado, na materialização das aspirações e anseios do seu povo.

O que testemunhamos ontem e está evidente nas expressões de todos os delegados, só é dado a partidos com uma grande história e cujo legado se converte em responsabilidade tanto politica como social. Com efeito, a manifestação produzida na sessão de abertura do vosso VII Congresso rendeu a devida homenagem aos obreiros do passado, às mulheres e homens de Angola, que ousaram sonhar e deram as suas vidas pela liberdade e pela autodeterminação. Mas o conteúdo programático agendado para as discussões neste congresso, são também prova de estarmos em presença de um partido alinhado com a atualidade, capaz de responder às exigências do presente e traçar o caminho para conquistar o futuro e construir uma Angola próspera e feliz.

Muito obrigado MPLA.

Foi e é gratificante confirmar como avaliam e reconhecem que tais conquistas só são possíveis com a sábia e clarividente orientação de um líder, de um visionário, de um patriota. Obrigado Camarada José Eduardo dos Santos, por construir em África um caso de sucesso na conquista da paz, no perdão e reconciliação e na convocação da nação angolana para a edificação do futuro de forma inclusiva e sem segregações por diferenças da cor da pele, de religião, da região ou do género. Todos Angolanos, reunidos numa grande família e todos por Angola disposto a comemorar cada conquista e transformar as fraquezas em forças para que num processo de contínua renovação dos desafios serem sempre capazes, com diálogo, empenho e tolerância de encontrar o caminho do progresso e da construção do bem-estar para todos.

Eu trago os cumprimentos do meu partido, do meu país e de todo o meu povo – ou seja, do PAIGC, da Guiné-Bissau e de todos os guineenses.

Hoje, infelizmente, para abordar a situação política na Guiné-Bissau, muitos atores políticos do meu país evocam muita coisa, mas muito do que dizem, Camarada Presidente, Camaradas Congressistas, só é no sentido de confundir a opinião publica e complicar a compreensão dos observadores e amigos e tentar consumir a paciência de todos para disso tirarem o melhor proveito.

A crise que vivemos é induzida, deliberadamente provocada e por isso (permitam-me o termo) completamente desnecessária e mesmo absurda.

A verdade Camaradas é, contudo, simples: muita gente se acomodou com os benefícios destes longos anos da instabilidade e hoje não estão preparados para aceitar a alteração do status quo estabelecido. E no meio disso, tudo farão para dificultar e comprometer as relações de amizade e cooperação com os mais próximos e os mais amigos.

O povo guineense, esse não tem dúvidas sobre quem é o seu legitimo representante, como não tem dúvidas de que Angola é um país irmão e o MPLA um parceiro amigo, companheiro de longas e importantes batalhas.

Quero aproveitar desta menção para felicitar o MPLA, e lembrar que também o PAIGC completa este ano a 19 de setembro, 60 anos de existência. Essa efeméride perturba a muita gente e que, não o podendo enfrentar de forma legal e democrática, socorre de expedientes de toda a espécie, nem se importando com o risco real de voltarem a produzir a violência e o caos num país já bastante fustigado por esses males.

Gente que tendo se servido do partido, agora se apresentam como opositores do mesmo. São na verdade gente sem qualquer compromisso com o passado glorioso do PAIGC e que não se revê nos seus princípios estruturantes nem programáticos. Aqueles a quem Cabral se referia lembrando que “nem toda a gente é do partido” e que “se os nossos movimentos correm riscos, esses só são verdadeiras ameaças quando vêm de dentro, junto de nós”.

Camarada Presidente
Camaradas Congressistas

Queremos e precisamos do apoio do MPLA e de Angola e de todas as forças progressistas do mundo.

Por isso viemos aqui Camaradas, não só como portadores da mensagem de saudação do povo guineense e para partilhar da situação que se vive no nosso país. Viemos aqui também para assegurar que vamos lutar e vamos vencer. Somos os herdeiros de Amílcar Cabral e nada poderá travar a nossa determinação e empenho para derrotar os inimigos do partido e do nosso povo que justamente anseia pela paz e pelo bem-estar por que tanto se tem sacrificado.

Sabemos que a conjuntura é muito difícil e em alguns aspetos particularmente penalizadora para as maiores economias, mas estamos encorajados pela historia das nossas relações nunca baseada na cedência do que temos de mais, mas sempre na partilha do que muitas vezes temos de menos. E desta feita, precisamos sobretudo da atenção, da compreensão e do acompanhamento de Angola e do MPLA.

Nesta senda, Camarada Presidente, permita que enalteça a atenção e o contributo inequívoco que temos recebido de muitos dirigentes deste partido e o acompanhamento de todos os Embaixadores de Angola, que têm passado pela Guiné-Bissau. Têm sido inexcedíveis no carinho e na atenção para com o nosso país e mesmo com o nosso partido. Quero com a Vossa permissão incluir o reconhecimento a outros Embaixadores Angolanos noutros países, aqui destacando a ação dos baseados em Nova Iorque, Lisboa e Bruxelas. Em nome de todos eles e das muitas figuras politicas de Angola que acompanham com atenção e expressam solidariedade pela situação no nosso país, quero destacar o Camarada Brito Sozinho que, para além do tudo que já disse, tem estado sempre presente com amizade e fraternidade lembrando sempre que o caminho se faz de paciência e perseverança e que Angola nunca abandonará a Guiné-Bissau.

Camarada Presidente
Camaradas da Direção Superior do Partido
Digníssimos Delegados ao Congresso

Nós sabemos ser possível e por isso acreditamos. Vemos no exemplo de Angola uma grande inspiração para conquistar a paz e construir o bem-estar.

Na Guiné-Bissau, o PAIGC ganhou as últimas eleições com maioria absoluta, mas formou um governo de inclusão, convencido de assim interpretar correta e responsavelmente o momento que devia ser de viragem da página e da necessidade de juntar todas as forças numa única direção, a favor da Guiné-Bissau. Em cerca de treze meses de governação produzimos resultados nunca registados na historia da Guiné-Bissau, enquanto Estado independente. Em todos os domínios, mas sobretudo na estabilidade do sistema escolar, na prevenção de grandes endemias sanitárias, no fornecimento de serviços básicos à população (particularmente no fornecimento de eletricidade e água às populações – fizemo-lo para 28 localidades que nunca o tinham tido em 42 anos de independência) no início da mecanização da nossa agricultura, num melhor aproveitamento da agroindústria e na regularização dos atrasados salariais e melhoria da condição laboral.

Contudo, foi sobretudo com a realização da Conferência de doadores, sustentada por um Plano Estratégico e Operacional batizada por “Terra Ranka” que, com a impressionante resposta da Comunidade Internacional parceira, quando todo o nosso povo celebrava a esperança renovada num futuro melhor, outros entenderam que era chegado o momento de travar a nossa marcha.

Alguém sobretudo entendeu que se não fossemos travados nesse momento se lhes escapava qualquer hipótese de o fazer e travar o PAIGC. Tinha de acontecer de qualquer jeito e de qualquer maneira, mesmo fazendo-nos voltar ao ciclo da instabilidade e da pobreza extrema. Mesmo voltando a atrair os piores adjetivos para o país e a associação a todo o tipo de crime organizado.

É por isso também para nós fundamental e quase determinante que este VII Congresso do MPLA seja coroado dos maiores êxitos e que as decisões que serão produzidas e adotadas reforcem e fortaleçam o MPLA para as próximas e grandes conquistas que se avizinham, sob uma liderança forte e esclarecida, tal como conhecemos hoje por parte do líder incontestável, Camarada José Eduardo dos Santos.

Viva o MPLA!
Viva o PAIGC!
Viva o Camarada José Eduardo dos Santos!
Viva a amizade e solidariedade entre o MPLA e o PAIGC!
Muito obrigado!

PAIGC - MPLA: Mensagem de felicitações


PARTIDO AFRICANO PARA A INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ E CABO-VERDE
Secretariado Nacional

À
Direcção Superior do MPLA
Luanda
República de Angola

Caros Camaradas,

A Direção Superior do PAIGC representada pela sua Comissão Permanente do Bureau Político numa reunião alargada ao Secretariado Nacional expressa ao Camarada Presidente do MPLA as suas felicitações por sua reeleição como líder incontestável desse grande Partido irmão, dando esperanças de que o seu novo mandato poderá contribuir de forma decisiva para continuar imprimindo desenvolvimento, progresso e bem-estar aos angolanos e ajudar consequentemente a África a consolidar os seus avanços para cimentar a democracia e o desenvolvimento.

O PAIGC rejubila-se pelo facto desta reeleição do camarada Presidente ter obtido uma votação que fala de per si e que relança o MPLA para novas e decisivas vitórias e permitirá consequentemente consolidar e reforçar os laços que mantém e desenvolve com os partidos irmãos, nomeadamente, o PAIGC.

A Direção do PAIGC corrobora com as palavras proferidas na saudação feita ao VII Congresso pelo nosso Presidente, Camarada Domingos Simões Pereira, que situa o progresso alcançado em todos os domínios pela nação angolana como consequência direta da sábia e clarividente orientação do camarada Presidente José Eduardo dos Santos, um líder, um visionário e um grande patriota, o que leva o PAIGC e a sua Direção a agradecerem o MPLA e o seu incontestável líder pelo sucesso pela conquista da paz, no perdão e reconciliação da nação angolana e na convocação da nação angolana para a edificação do futuro de forma inclusiva e sem segregações por diferenças da cor da pele, de religião, da região ou do género.

A Direção do PAIGC reunida em Bissau, mas mantendo um permanente contacto com o seu Presidente em Luanda, congratula-se não somente pelo facto do VII Congresso vir demonstrar de forma inequívoca a vitalidade e força do MPLA, como pela forma programática dos conteúdos agendados para as discussões neste congresso, demonstrativos da capacidade e excelência de um grande partido alinhado com a atualidade, capaz de responder às exigências do presente e traçar o caminho para conquistar o futuro e construir uma Angola próspera e feliz.

Em vésperas de comemorar o seu 60º aniversário, o PAIGC que conta com a maioria do apoio dos guineense, que o considera sem margens para dúvidas como como seu legitimo representante, reitera a sua plena convicção de que Angola é um país irmão e o MPLA um parceiro amigo, companheiro de longas e importantes batalhas e que juntos continuarão a lutar para materializar o fecundo pensamento dos seus grandes líderes, Amílcar Cabral e Agostinho Neto e superiormente perseguidos pelo camarada Presidente José Eduardo dos Santos.

Viva o MPLA!
Viva o PAIGC!
Viva o Camarada José Eduardo dos Santos!
Viva a amizade e solidariedade entre o MPLA e o PAIGC!

Bissau, 20 de agosto de 2016
O Secretariado Nacional do PAIGC

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

DJUNDA OREDJA: JOMAV foi chamado ao Chade e parte amanhã. Idriss Deby, novo presidente da União Africana foi alertado e vai dizer ao JOMAV para respeitar a Constituição e nada mais. Ah, JOMAV viaja acompanhado do...Umaro Cissoko, seu menino bonito...AAS

TAP...de novo!


NOTICIA DC: MAIS PERSEGUIÇÃO E...NOVA TRAPALHADA


O ex—ministro da Economia e Finanças, Geraldo Martins, devia viajar hoje para Lisboa, mas por causa daquela famosa lista do PGR Sedja Man, os advogados do ex—ministro fizeram um requerimento ao Sedja Man, solicitando autorização ara a viagem.

Segundo apurou o DC, o PGR Sedja Man até autorizou a deslocação...mas os seus serviços não forneceram cópia do Despacho alegando tratar—se de "procedimento interno".

Assim, apurou ainda o DC, o Geraldo Martins chegou ao aeroporto, mas disseram—lhe que não receberam nenhuma nota autorizando a sua viagem. Os seus advogados voltaram a pedir cópia do Despacho do Sedja Man para que o seu constituinte possa viajar na próxima quarta—feira. Uffffff...AAS

INVESTIGAÇÃO DC/QUEM ESTÁ A TRAMAR O JBV?


A primeira trama veio do PGR Sedja Man. O homem de mão do PR, José Mário Vaz, aceitou cumprir cegamente e sem medir as consequências dos seus tresloucados actos, todas as ordens do chefe de Estado. Segundo um magistrado: "este é simplesmente um processo político. Não tem nada de jurídico, é simplesmente ilegal manter alguém preso mais de 48 horas!"

Mas há mais nomes nesta enorme teia, segundo apurou o DC: os delegados do Ministério Público, Armando Namontche, Bacari Biai, Victor Insali e Manuela Mendes Lopes - foram eles que assinaram o mandato de detenção - fecharam-se agora em copas e não querem dar a cara, talvez devido à vergonha pelo erro de palmatória que cometeram.

Os quatro assinaram o mandato de detenção no passado dia 17 do corrente, e hoje, dia 19 de Agosto estão a alegar monstruosidades: estão em férias judiciais e por isso não podem fazer nada! Falta de respeito e brincadeira de mau gosto. Libertem o prisioneiro! JBV estava no estrangeiro, mas regressou a Bissau há 15 dias porque nada teme.

Em que país estamos, afinal? Onde está a ONU e a comunidade internacional, e o seu propalado show-of pelos direitos humanos? Afinal acusaram o JBV de crime de desobediência e agora que a coisa aqueceu ninguém dá a cara para o confrontar? Mentira tem pernas curtas.

O JOMAV tinha razão sobre a corrupção na justiça guineense. Basta pagar um magistrado para ele agir de má fé. JOMAV tem que assumir as responsabilidades e abandonar o seu cargo. Estamos fartos dele. AAS

MANOBRAS: João Bernardo Vieira ainda não foi presente a um juiz, como manda a lei. Estão fazer de tudo para o deixsrem preso até segunda-feira, o que é ilegal. Porra para vocês todos, Sedja Man incluído! Palermas. AAS

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

FACTO: O presidente da República, José Mário Vaz, devia simplesmente resignar! Meteu o País numa encruzilhada, deixou—se enredar numa teia que acabou por dar o nó. Enfim, as trapalhadas foram tantas e cada uma mais tola que a outra. JOMAV perdeu o controlo e mostrou não estar à altura do cargo que os Guineenses lhe confiaram. Ninguém lhe passou um cheque em branco. AAS

Comunidade Internacional à procura de solução para a crise política


Os representantes da comunidade internacional na Guiné-Bissau convocaram hoje para reuniões separadas as duas forças políticas mais representadas no Parlamento do país, tentando aproxima-los para a saída da crise política.

A iniciativa é do chamado P5, fórum de concertação que junta representantes da ONU, União Africana, Comunidade Económica dos Estados da Africa Ocidental (CEDEAO), a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e a União Europeia.

O encontro, conduzido pelo novo representante do secretário-geral das Nações Unidas na Guiné-Bissau, Modibo Traoré, juntou uma delegação do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), chefiada pelo ex-primeiro-ministro, Carlos Correia e a do Partido da Renovação Social (PRS), liderada pelo antigo presidente do Parlamento, Jorge Malú.

Em declarações à imprensa, Carlos Correia, segundo vice-presidente do PAIGC disse que o seu partido defende a constituição de um novo Governo “já que o atual parece não ter pernas para andar”. “É uma única saída para a crise que temos atualmente no país”, defendeu o veterano Carlos Correia, de 84 anos.

Por seu lado, Jorge Malú afirmou que para o PRS a saída da crise “passa pelo respeito escrupuloso das leis” por parte do presidente do Parlamento, Cipriano Cassamá, a quem lembrou que “não pode estar a seguir a agenda de um partido”.

Cipriano Cassamá é dirigente do PAIGC e o PRS entende que tem vindo a “compactuar com a agenda” do seu partido, deixando de lado as suas responsabilidades constitucionais.

No entanto, Jorge Malú disse ser “fundamental e salutar” que o PAIGC e o PRS “se sentem à mesma mesa” por serem os dois principais partidos no Parlamento do país, onde se assiste a um impasse já que as duas forças políticas não se entendem quanto a data para a discussão do programa do Governo.

SAPO c/ Inforpress

MEDO: Informações ainda não confirmadas, indicam que um dirigente do PAIGC sofreu hoje uma tentativa de assassinato com arma de fogo. Como DC não está na condição de confirmar esta terrível notícia, também não adiantará o nome do suposto visado, que terá escapado com vida e está em parte incerta. AAS

ANP-ENCONTRO PAIGC E PRS

Assembleia Nacional Popular
Assessoria de Imprensa do Gabinete do Presidente da ANP

Comunicado de Imprensa

O Gabinete de Assessoria de Imprensa do Presidente da ANP vem pela presente levar ao conhecimento da opinião pública nacional e internacional que, na sequência dos encontros levados a cabo com os grupos parlamentares do PAIGC e do PRS bem como com as direcções dos dois partidos, e tendo em consideração as conclusões saídas desses encontros, foi realizada, sob auspício do Presidente da ANP, um encontro de trabalho entre as duas bancadas parlamentares com o propósito de encontrar uma saída que permita ultrapassar o impasse que tem bloqueado o funcionamento da ANP.

Após proferir breves palavras de encorajamento e de exortação dirigidas as duas partes, deu-se início aos trabalhos com o Senhor Presidente a enunciar, em tópicos, os aspectos que iriam ser objecto de discussão.

Sucedeu-se um período de intenso debate entre os dois grupos parlamentares com cada um a esgrimir os seus argumentos, tendo por fim, as partes chegado a um entendimento de que, pela forma como decorreu este primeiro encontro, o mesmos deveriam ser encaminhados as direcções dos dois partidos, para em conjunto e na base de negociações serias e patrióticas encontrarem as melhores e mais consentâneas soluções para retirar o país da situação de crise que já dura há um ano a esta parte.

As duas bancadas parlamentares consideraram como boa a iniciativa levada a cabo pelo Presidente da Assembleia Nacional Popular e encorajaram-no a prosseguir com os seus esforços de levar as Direcções do PAIGC e do PRS a encetaram o diálogo como único meio de se ultrapassar o actual impasse político que o país enfrenta.

É nesta conformidade que, sempre com o espírito de aproximar as partes com vista a ultrapassar o impasse que tem assolado este hemiciclo, o Presidente da ANP irá convidar as direções do PAIGC e do PRS para, pela via do diálogo sério e responsável, se ultrapassar o referido impasse.

Bissau, 12 de agosto de 2016

O Gabinete de Assessoria de Imprensa do Presidente da ANP

PAIGC-COMUNICADO


PARTIDO AFRICANO PARA A INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ E CABO-VERDE
SECRETARIADO NACIONAL

Comunicado de Imprensa

O PAIGC vem denunciar publicamente mais um caso de flagrante corrupção levada a cabo pelo Governo de Iniciativa Presidencial, chefiado por Baciro Djá, cuja caducidade ultrapassou largamente o previsto pela Constituição da República da Guiné-Bissau, que estipula um prazo de 60 dias, como prazo legal para um Executivo fazer aprovar pela Assembleia Nacional Popular o seu Programa de Governo e o seu Orçamento de funcionamento.

Apesar de estar em gestão por não ter um Programa aprovado, o Governo de Baciro Djá tem estado a assinar contratos de forma ilegal e opaca. Há um mês, Fidélis Forbs, Secretário de Estado dos Transportes e Comunicações, por instruções de Baciro Djá, assinou com a MGI, uma empresa com sede social na Suíça, um contrato de adjudicação do serviço de controlo de tráfego das telecomunicações.

Ao abrigo do contrato, a empresa passa a controlar as chamadas telefónicas das operadas de telecomunicações e cobra às operadoras uma taxa pelo serviço. Do montante total facturado, uma parte será transferida para o Estado.

Recorde-se que o governo do Eng. Carlos Correia já estava a trabalhar nesse assunto e preparava-se para lançar um concurso público internacional para a selecção de uma empresa, já que várias companhias internacionais manifestaram interesse neste mercado.

O governo de iniciativa presidencial de Baciro Djá, cujo mandato caducou à luz da Constituição da República, sem lançar concurso público, negociou directamente com a empresa MGI e assinou o contrato. O contrato prevê que a empresa efectue um primeiro pagamento ao governo quando os primeiros equipamentos a serem instalados para a prestação do serviço chegarem a Bissau, mas Baciro Djá pediu à empresa um avanço imediato de um milhão de dólares após a assinatura do contrato e um encontro entre Dja e representantes da Empresa foi marcado para Lisboa.

Baciro Djá pediu também a Fidélis Forbs, seu Secretário de Estado dos Transportes e à MGI que a assinatura do contrato fosse mantida em sigilo para não se tornar do conhecimento público.

Perante estas evidências claras o PAIGC aguarda que o Presidente da República e o seu Ministério Público atuem em conformidade, de contrário, não havendo nenhuma acção que venha pôr cobro a estes desmandos, o nosso Partido retirará as ilações que julgar oportuno e necessárias para considerar entre outras conclusões, haver conluio tácito nestas operações fraudulentas e nefastas para o Estado Guineense.

O PAIGC chama a atenção dos guineenses e da comunidade internacional por estes factos de evidente corrupção activa que um Governo de Iniciativa Parlamentar já em estado de ilegalidade está a praticar com total impunidade e cobertura de quem tem a obrigação de velar pelo cumprimento da Constituição da República.

Bissau, 17 de agosto de 2016

O Secretariado Nacional do PAIGC

PAIGC - COMUNICADO


PARTIDO AFRICANO PARA A INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ E CABO-VERDE
SECRETARIADO NACIONAL

Comunicado de Imprensa

O PAIGC vem denunciar e condenar mais um ato de pura perseguição política movida contra um dos seus mais destacados dirigentes, perpetrados pelo Ministério Público, contra a revelia das mais elementares regras da lei e das normas jurídicas que regem casos como estes que levaram à detenção do camarada João Bernardo Vieira, membro do Bureau Político do PAIGC e seu porta-voz.

Recorde-se que o PAIGC denunciou no último fim-de-semana as manobras urdidas pelo Ministério Público para a detenção de João Bernardo Vieira e que hoje se consumaram, quando não existe nenhuma acusação formal contra este dirigente, já ouvido por duas vezes e sem que em qualquer uma destas audições surgissem elementos que pudessem levar a formulação de uma acusação.

Os fundamentos invocados para esta detenção são de que o camarada João Bernardo Vieira não compareceu às convocações feitas pelo Ministério Público para ser ouvido, facto que o PAIGC e os advogados do mesmo refutam de forma categórica, pois segundo os dados que possuímos, o Ministério Público solicitou a comparência do dirigente em questão, através de um ofício dirigido ao então Gabinete do Primeiro-Ministro do II Governo Constitucional, sem que a mesma, devido à crise então prevalecente, tenha notificado o então Secretário de Estado dos Transportes e Comunicações a comparecer à intimação feita pelo Ministério Público.

O PAIGC perante estes factos e demais ações que estão sendo engendradas vem por este intermédio denunciar e condenar de forma firme estas manobras intimidatórias e persecutórias levadas a cabo pelo Ministério Público e responsabiliza o Senhor Presidente da República, José Mário Vaz, por estas graves violações à legalidade, às normas constitucionais e aos mais elementares direitos do homem, factos que põem em causa de forma perigosa a paz, a estabilidade e a unidade do povo guineense.

O PAIGC chama a atenção do Grupo P5, nomeadamente, o ONUGBIS, CEDEAO, CPLP, União Africana e União Europeia para os perigos que possam advir mediante o comportamento ilegal e persecutório do Ministério Público, hoje não ao serviço da lei e da legalidade, mas sim ao serviço de interesses obscuros e lesivos para a Guiné-Bissau e que podem comprometer de forma irremediável as ações em busca da paz, estabilidade e unidade nacional deste país.


Bissau, 17 de agosto de 2016

O Secretariado Nacional do PAIGC

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

PÉ NA POT-POT: JOMAV não é visto em Canchungo faz tempo. Sinal de que também não vai a Calequisse, sua terra natal, no meio de nenhures: o presidente NÃO TEM ESTRADA para lá chegar em segurança. É melhor nem arriscar tocar tambor com uma faca! AAS

Baciro Dja visitou hoje o Manuel Saturnino da Costa. O ambiente com o homem do saco do palácio cor-de-rosa bebé já conheceu melhores dias...I bai roga! AAS

CEDEAO prefere o diálogo à ditadura do JOMAV...


O novo presidente da comissão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), o beninense Alain Marcel de Souza, exortou hoje os líderes da Guiné-Bissau para que "façam tudo" no sentido de promover o diálogo no país.

Antigo ministro das Finanças do Benim, Marcel de Souza, recentemente investido no cargo pelos chefes de Estado da CEDEAO, encontra-se à frente de uma delegação que visita a Guiné-Bissau para tentar ajudar o país a sair do impasse político que o próprio diz ser "um bloqueio institucional".

O Parlamento da Guiné-Bissau não consegue marcar uma data para o debate do programa do Governo do primeiro-ministro, Baciro Djá, com este a acusar o líder do hemiciclo de má-fé deliberada para obstaculizar o executivo.

"Queremos ajudar a que se ultrapasse esse impasse, mas o diálogo tem que partir dos guineenses", defendeu Marcel de Souza, que disse ter recebido garantias do líder do Parlamento, Cipriano Cassamá, de que está pronto para um diálogo franco.

O presidente em exercício da comissão da CEDEAO transmitiu a disponibilidade de Cipriano Cassamá ao chefe de Estado guineense, José Mário Vaz, com quem almoçou esta tarde, depois de ter estado com outros dirigentes do país.

Marcel de Souza afirmou que nem a CEDEAO possui uma "varinha mágica" para a resolução dos problemas da Guiné-Bissau, mas aconselhou a liderança do país a empenhar-se mais e, se for o caso, a envolver a sociedade civil e os chefes religiosos.

"Queremos apenas que a paz prevaleça, que a Constituição seja respeitada e que as instituições funcionam, que o Parlamento jogue o seu papel, que o Governo governe e que o Presidente exerça as suas prerrogativas", observou Marcel de Souza.

O dirigente comunitário defendeu que a Guiné-Bissau "está mal e assim não pode continuar" e ainda que o povo não pode continuar a sofrer por ter "muitos problemas" no seu quotidiano.

Marcel de Souza fez-se acompanhar do novo representante da CEDEAO na Guiné-Bissau, o marfinense Bles Diplo, que substituiu o gambiano Ussamane Cessay, que findou missão em fevereiro último.

A CEDEAO é integrada pelo Benim, Burkina Faso, Cabo Verde, Costa do Marfim, Gâmbia, Gana, Guiné-Conacri, Guiné-Bissau, Libéria, Mali, Níger, Nigéria, Senegal, Serra Leoa e Togo.

A comunidade conta atualmente com uma força de interposição composta por cerca de 700 homens, a Ecomib, instalada na Guiné-Bissau, na sequência do golpe de Estado de abril de 2012 e o presidente da comissão da organização também veio inteirar-se desse contingente. Lusa

domingo, 14 de agosto de 2016

PESCAS: E assim vão as coisas...



Tudo FALSO. Não entrou um franco nos cofres do Estado. Mais: a comissão inter-ministerial é composta pelos ministérios das Pescas, da Economia e Finanças, da Administração Interna e da Defesa. O Lu Jiang 109 não pagou multa, ou caução. Pelo menos não pagou ao Estado...AAS

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

JOMAV, o narcisista


GERALDO MARTINS, ex—ministro da Economia e Finanças, contou hoje na sede do PAIGC um episódio passado com o presidente da República, JOMAV, durante uma audiência que manteve o chefe de Estado.

Geraldo felicitou o PR pela feliz substituição do CEMGFA António Indjai, acossado pelos EUA depois da prisão do contra—almirante Bubo Na Tchuto. Para o ministro, foi feita com "elevação".

Porém, a observação feita pelo PR José Mário Vaz surpreendeu: "Eh, pa!, quem dera que trocassesmos de lugar eu e o Domingos Simões Pereira!..." O peixe morre pela boca, não é mesmo? AAS

PESCAS: Um ministro no fio da navalha...


Engolido pela pescada...

No mês de Julho do corrente ano, três navios foram apresados por falha contratual (obrigatoriedade de comunicação. Com base na lei geral das Pescas, no seu artigo 21, a multa mínima é de 5 milhões de FCFA e a máxima de 15 milhões).

Os navios são da companhia Italfish/navio Marcantonio Bragadini com pavilhão senegalês; dois outros de nome Lu Jiang 109 e Lu Jiang 110 pertencentes à empresa Taranga de Mama Saliu Djaló. O navio da Italfish pagou uma multa de 5 milhões e o Lu Jiang 110 outra de 10 milhões.

Mas para um deles, o ministro das Pescas, Fernando Correia Landim ordenou ao coordenador da FISCAP, Cipriano, a libertação imediata do Lu Jiang 109 (a guia de soltura existe e DC vai publicá-la oportunamente).

Tudo ilegal, como se verá: Não houve reunião da comissão inter-ministerial (ministérios das Pescas, da Economia e Finanças, da Administração Interna e da Defesa). O Lu Jiang 109 acabou por ser libertado e zarpou por volta das 18 horas. Não pagou multa, ou caução.

O ministro Landim ordenou igualmente ao administrador financeiro para colocar o próprio filho (que é também o seu motorista...) como chefe da câmara frigorífica do Alto-Bandim e coordenador da fábrica de gelo no mesmo projecto...tudo ilegal.

Azia de ministro

Depois da reunião no palácio convocada pelo PR, em que o ministro Landim foi selvaticamente enxovalhado, este chamou o seu staff. Presentes, apurou o DC, estiveram entre outros o director técnico e o coordenador do FISCAP.

Foi uma reunião cheia de indirectas e de recados: "Sei quem leva as informações para o presidente da República", atirou o ministro. Mas houve mais: "Quem me nomeou foi o Alberto Nambeia (presidente do PRS)". Esqueceu-se porém que quem nomeou o primeiro-ministro foi...o PR JOMAV.

A FISCAP é um organismo autónomo, mas o ministro açambarcou todos os postos. Nomeou até um co-assinante dos cheques, que é o actual DAF. Landim, o ministro, faz e desfaz; fura, fia e põe.

Projecto furado

Em relação ao projecto semi-industrial do Alto-Bandim, mandado fechar na passada quarta-feira pelo PR JOMAV, tem tudo a ver com falta de controlo. O ministro Landim meteu lá alguém (o Nuno 'Grilo') sem qualquer conhecimento da área, e, pior, sem nomeação. Afectou-lhe um carro destinado aos membros do Governo - que era do ex-secretário de Estado das Pescas, Ildefonso Barros.

Por tudo isto, FERNANDO CORREIA LANDIM não tem condições para se manter no cargo, e DC aguarda a sua exoneração... sem espinhas. AAS

ENERGIA: As verdades contra as mentiras





O contrato vem já a seguir

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

MEDO: Camiões continuam a fazer estragos no centro de Bissau



Este aconteceu há pouco, na avenida Amílcar Cabral

DITADURA entre DITADORES


Depois das declarações explosivas do 'primeiro-ministro' Baciro Dja sobre a ingerência de terceiros nos assuntos internos do país, o PR JOMAV tomou-o de ponta. Chamou a comunidade internacional e pediu desculpas pela falha na nomeação (ilegal de Dja).

De regresso a Bissau, e quando o Baciro Dja se preparava para falar à imprensa na sala vip do aeroporto de Bissalanca...forças ocultas, fardadas, tiraram-no da sala impedindo-o assim de responder ao JOMAV. "Ordens do PR!" - atiraram.

Ditadura e Consenso está em condições de avançar que o ambiente entre José Mário Vaz e Baciro Dja é de cortar à faca e Baciro não tem hora de saltar do lugar. JOMAV já mandou Umaro Sissoko fazer as malas e regressar a Bissau, tendo-o apresentado na cimeira da UA, no Ruanda.

Farda para o JOMAV

JOMAV recorre sempre aos militares para impor o medo. Voltou a acontecer e desta vez o alvo foi o sector das pescas. Depois, chamou o ministro das Pescas, Landim, para lhe dar uma descompostura tamanha. Este ouviu e engoliu. De regresso ao ministério, o Landim, ainda combalido, convocou o Fiscap e...vomitou: "Aqui também mando eu" - e demitiu o Mateus.

Nas praças e cafés de Bissau até se fala já em "dar farda ao presidente" uma vez que apenas confia na tropa - ainda que numa pequeníssima franja. A classe mais jovem da tropa não quer sequer ouvir falar no seu comandante em chefe.

Há cerca de duas semanas, um militar de serviço no palácio parou um ex-governante e dirigiu-se-lhe nestes termos: "Estamos com um problema, para todos os barcos que capturamos em alto mar há uma compensação. Nunca nos foi pago nada e, peço-lhe que nos ajude em combustível para irmos buscar um outro barco, vendermos o pescado e ficarmos com a nossa parte."

O governante ouviu, atónito, a explicação e por mais que compreendesse os motivos, escusou-se dizendo que "nada" podia fazer e nem quer imiscuir-se no processo. AAS

AVIAÇÃO: A EuroAtlantic que se cuide, pois podem ser alvos de uma armadilha apenas para lhes proibirem de voar para Bissau. Quem avisa...AAS

AVIAÇÃO: Uma delegação da TAP chegou ontem a Bissau. AAS

NOTÍCIA DC: PGR prepara mais prisões


Informações recolhidas pelo DC dão conta que há ordens para prender o ex—secretário de Estado dos Transportes e Comunicações, João Bernardo Vieira.

O PGR António SEDJA Man está de viagem para Lisboa e só regressa no próximo dia 25. Deixou instruções com o Armando Namontche para avançar com esse plano maquiavélico com o objectivo de fragilizar o PAIGC. E isto deve ser denunciado. AAS

SABIAM QUE A PESCADA, ANTES DE SER PESCADA JÁ ERA PESCADA?


A isto se chama pescadinha de rabo na boca:

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Mais peripécias da UNIOGBIS? E da ONU? Follow me...



1 - quinta-feira, 14 de outubro de 2010
UNIOGBIS apresenta: Consolidação da Paz com Pancadaria


Esta madrugada, um funcionário da UNIOGBIS - Gabinete Integrado das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (um argentino, dizem) foi o protagonista principal de uma cena de pugilato, que acabou por envolver uma catana. Tudo aconteceu na zona dos coqueiros, junto ao prédio ASDI.

Segundo testemunhas, o agredido estava no seu carro, a conversar calmamente com uma senhora que, dizem, namora com o gringo. De repente, ouviu-se o chiar dos pneus e viu-se uma nuvem de pó. Era el gringo. Sai do carro, envolvendo a mão com uma camisola, enraivecido e a espumar. E assim que o agredido o viu, assustou-se e fugiu. Mas haveria de voltar.

«Como tinha a camisola enrolada numa mão, este pensou que podia esconder uma arma», diz ao DC quem assistiu a tudo. O argentino continuou no seu encalce, às voltas, até que o rapaz conseguiu aproximar-se do seu carro, abrir a porta e sacar uma senhora catana. O argentino ainda conseguiu desarmá-lo, derrubando-o mesmo. Mas este conseguiu escapulir e desferiu vários golpes no homem das NU. Resultado: o argentino levou cerca de 9 pontos.

É assim que a UNIOGBIS, um gabinete de «consolidação da paz», se vem tornando numa anarquia. Espera-se obviamente por um esclarecimento da UNIOGBIS. Com consideração integrada, AAS

____

2 - quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Morte na estrada


Um angolano, superintendente ao serviço da UNIOGBIS, em Bissau, está em maus lençóis. Há uns 3 meses, uma equipa da UNIOGBIS deslocou-se a Varela para trabalhos de recenseamento visando a reforma das forças de Segurança e da Defesa.

Depois de concluidos os trabalhos, havia que regressar a Bissau. Então, um elemento da guarda-fronteira, baseado em S. Domingos, à falta de transporte, pediu boleia ao pessoal da UNIOGBIS, solicitação que foi prontamente aceite pelo superintendente angolano.

Dois homens saltaram para o 'quintal' de uma carrinha de caixa aberta conduzida pelo superintendente, que lesto se fez à estrada. Contudo, durante o trajecto e numa curva, o angolano perde o controlo da viatura e embate, com força, numa árvore, projectando os dois ocupantes que estavam sentados na parte aberta da carrinha.

Um deles - o guarda-fronteira - ficou gravemente ferido, com um traumatismo craniano. Foi logo evacuado para S. Domingos, onde foi visto e encaminhado com igual urgência para Bissau, onde viria a falecer três dias depois.

Para já, vários problemas se afiguram para o superintendente:

1 - Nos carros da UNIOGBIS, é proibido dar boleia, a não ser com uma autorização - o que não foi o caso;

2 - Sabendo-se como são essas missões, importa saber se o superintendente angolano não estava com um 'grão na asa';

3 - Quem julgará esse caso, escondido há três meses da opinião pública?

4 - Será que a Procuradoria-Geral da República vai AGIR? AAS

____

3 - sexta-feira, 21 de novembro de 2014
ACIDENTE FATAL mata criança


Foi uma tragédia, aquilo que hoje aconteceu, implicando uma viatura da ONU e que resultou na morte de uma criança por atropelamento. Segundo apurou o DC junto de uma fonte das Nações Unidas, a viatura, um Nissan Patrol, "seguia dentro do limite permitido por lei, ou seja 80km por hora." O acidente deu-se hoje de manhã em Bantandjan, antes de Bafatá e Banbadinca, no Leste da Guiné-Bissau.

"Os miúdos estavam a brincar à apanhada, quando se deu o embate que acabou por ceifar a vida a um deles", disse a fonte. O condutor do jeep, bem como todos os ocupantes da viatura, fazem parte do chamado 'staff nacional' da ONU. AAS

____

4 - domingo, 20 de fevereiro de 2011
UN - Escândalos de alto a baixo


- Quando vão para as noites quentes de Bissau, o passatempo preferido dos seguranças de Joseph Mutaboba, representante do Secretário-Geral da ONU na Guiné-Bissau, é apalpar o rabo às senhoras. Tudo isto, claro, depois de valentes bebedeiras. Há cerca de um mês, apurou o Ditadura do Consenso, um deles teve essa infeliz ideia, e o resultado foi um violento estalo na cara! As NU sabem do sucedido, mas ainda ninguém agiu;

- Outro escândalo foi protagonizado pelo 3º na hierarquia da UNIOGBIS, em Bissau - um cidadão do Norte da Europa. Depois de ter batido num táxi, fugiu do local do acidente, mas foi encurralado pouco depois pelo próprio taxista. Na confusão que se gerou, começou por negar ter batido; apertado um pouco mais, aceitou, mas tentando subornar o taxista...

As Nações Unidas, apurou o DC junto de uma fonte bem informada, tentam abafar o caso. Mas agora é tarde demais...

Este funcionário da ONU, conhecido por gostar da sua pinga, já esteve em Timor, onde matou duas pessoas por atropelamento, depois de beber uns copos a mais. Foi demitido, e, claro, enviado para Bissau, a eterna terra onde já nem os tiros assustam vivalma! Mais desenvolvimentos amanhã, no Ditadura do Consenso. AAS

____

5 - quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Furacão Muita...bomba!


Depois dos posts sobre os apalpanços a mulheres pelos seguranças ruandeses do Mutaboba, e do acidente seguido de fuga do 3º na hierarquia da UNIOGBIS, o representante do Secretário-Geral da ONU na Guiné-Bissau mostrou os dentes.

Ausente do país, Joseph Mutaboba, avisou que ia "tratar" dos seus seguranças, e desabafou que era ele que "queriam atingir"... Pois.

Sobre o escândalo do acidente (recorde-se que esse sujeito atropelou, em completo estado de embriaguês - duas pessoas, em Timor, tendo depois sido expulso, e enviado, claro, para a Guiné-Bissau), está em investigação dentro da própria UNIOGBIS. Talvez o demitam e o enviem para a Líbia...

Está claro que Muitaboba não tem mãos na UNIOGBIS, por causa da indisciplina dos seus subordinados. Aliás, a UNIOGBIS, apurou o Ditadura do Consenso, tem já dez ruandeses contratados - uma secretária/assistente, um responsável pelos assuntos políticos (o nosso conhecido Samuel Gahiji), um responsável pela planificação (de escândalos?!), os cinco seguranças, e, off-course, o boss in charge, Joseph Mutaboba.

Pergunta-se, então, qual é a representação proporcional do Ruanda no objectivo da missão? Em 165 países reconhecidos pelas Nações Unidas, quantos estarão representados? Poucos. Escolhidos a dedo.

Os cidadãos portugueses, principalmente os da UNIOGBIS, são olhados com desconfiança. São tidos como "informadores" ou "agentes secretos". Ao serviço de quem? Tretas!

Como esclarecimento, digo já aqui que nenhum cidadão de língua portuguesa dentro da UNIOGBIS (nacional ou estrangeiro) me dá as informações para o blog. Eu tenho as minhas fontes, e elas, felizmente, estão bem informadas. AAS

____

6 - domingo, 7 de novembro de 2010
UNIOGBIS - Agradeço a camisola, mas há coisas que não controlo. Tais como:


1 - O Senior Political Advisor da UNIOGBIS, Samuel Gahiji: Ganha 15.000 USD de vencimento por mês, mais despesas de 'representação' - embora não represente nada (a propósito, sendo a UNOGBIS uma organização política, porque está o País, politicamente, pior do que nunca? O que aconselha essa...Gahiji mesmo?). Designado para o posto há 6 meses...no total, não esteve um mês no País... O seu passatempo principal?: Rotular os portugueses que trabalham no sistema das Nações Unidas de «agentes portugueses na Guiné-Bissau»;

2 - Por que razão a UNIOGBIS pediu à Aeronáutica Civil licença para a construção de um heliporto nas suas instalações, na zona da Penha? A resposta foi um rotundo não. Aterrem no aeroporto, e paguem ao Estado!;

3 - Quanto custou a ENORME porta blindada junto ao gabinete do Mutaboba, nas vossas instalações da Penha? E para quê mesmo? A UNIOGBIS desculpou-se: "No caso de alguém vir pedir asilo ou protecção...";

4 - Os 3 seguranças do big boss da UNIOGBIS, Joseph Mutaboba - os ruandeses do gatilho - vão para Nova Yorque para um 'estágio'. O custo deste luxo? Cerca de 45 mil USD. A propósito, eles andam todos armados. Terão ordem para disparar? Na nô tchon?!) AAS

____

7 - sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Carros da UNIOGBIS (UN) proibidos de circular a partir da meia-noite...


Depois da denúncia do DC sobre a pancadaria da semana passada, na zona dos coqueiros, Joseph Mutaboba decidiu agir.

A notícia chegou mesmo à sede das Nações Unidas, em Nova Iorque. Agora, um 'edital' da UNIOGBIS "proibe a circulação de todos os carros do sistema (com UN na porta) a partir das 24 horas.

Photobucket

Mas há mais. Há uma lista negra de estabelecimentos, onde ninguém das NU pode ser visto, não importa a hora:

- Discotecas 'Bambu', 'Sabura', 'Stop' e 'Lisboa 3'.

Ditadura do Consenso vai certificar se as ordens da Mutaboba serão cumpridas, e pede a colaboração dos leitores:

Se virem uma viatura com a escrita UN a negro na porta, depois da meia-noite... Fotografem e façam por apanhar a matrícula...

É caso para dizer Ditadura do Consenso 1 - UNIOGBIS 0... AAS

____

8 - sábado, 6 de outubro de 2012
E a história não acaba assim


- Está decidido: a famosa loja franca nas instalações da UNIOGBIS, no bairro da Penha, fecha definitivamente no fim de outubro. A querela entre o gabinete da consolidação da paz e as alfândegas ficou em águas de bacalhau. Os contentores seguem caminho rumo a outras lojas. Resultado: dez guineenses perderão o emprego;

- Dois peritos estão no país para uma auditoria às contas da UNIOGBIS. Chegaram na sexta-feira e ficam vinte e um dias. AAS

(Continua...)

NOTÍCIA DC - FUNPI: CCIAS, o novo Lava-Jato

A 12 de janeiro de 2016, o ministério da Economia e Finanças envia uma nota à CCIAS marcando um encontro com a equipa de auditoria do FUNPI...