segunda-feira, 31 de outubro de 2016

É PROIBIDO...PROIBIR!


— Baciro, bu ka na bai Brasília.
Baciro subia...i bai!!!

Mato no palácio...é melhor chamar a guarda real de Marrocos para fazer o trabalho...

Avelino Cabral, conselheiro do PR e 'vice-presidente da República' (de acordo com as más-línguas do palácio...) - apanhado a fazer xixi na rua

PROTESTO: I djusta di chefe ku ka bali


VÍDEO

OREMOS: E se o presidente da Guinée Alpha Condé deixasse do chove que não molha, falasse e acabasse de vez com a 'coisa'? AAS

Ditadura obi, Consenso konta:


- PR JOMAV proibiu o seu primeiro-ministro, Baciro Dja, de viajar para Brasília (Brasil) para a cimeira da CPLP;
- Baciro Dja produziu um despacho em que LIMITA os gastos do ministério das Finanças e da secretaria de Estado dos Transportes;
- O primeiro-ministro está completamente desautorizado. E acabado;
- JOMAV deu uma descompostura no ministro Sandji Fati - o da Educação, das Bolsas de Estudo e Obras Privadas...glup!!!

- Em 3 despachos (Nrs.: 16, 17 e 18) o ministro das Pescas fez...17 nomeações! Landim faz mais nomeações do que o Vaticano...puxa!

Para o JOMAV:

CPLP/CIMEIRA DE BRASÍLIA: Guiné-Bissau será tema quente

Brasília acolhe a partir de hoje a XI Conferência de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Temas ligados à Aceleração dos Programas de Segurança Alimentar e Nutricional na Comunidade, bem como a Mobilidade no seio da organização, a situação na Guiné-Bissau, o funcionamento do Instituto Internacional da Língua Portuguesa, merecerão a atenção dos participantes.

Com o encerramento previsto para terça-feira, a cimeira, precedida pela 21ª Reunião do Conselho de Ministros das Relações Exteriores, deverá adoptar a Declaração de Brasília e da Nova Visão Estratégica da Organização para a próxima década.

CRIME: Mais um guineense assassinado em Luanda

domingo, 30 de outubro de 2016

OPINIÃO AAS: E agora, José Mário Vaz?


José Mário Vaz, presidente da Guiné-Bissau, comporta-se como se fosse dono absoluto do poder, ignorando que em 2014 houve eleições presidenciais e legislativas.

A sua vontade de ser ele a escolher o Primeiro-Ministro é inconstitucional e antidemocrática. Em Conakry, há dias, ele insistiu novamente nessa fórmula. Acabou por enviar o seu ‘short-list’ de três nomes a partir do qual os partidos políticos tiveram que escolher.

Mesmo sendo ele a principal fonte de todas as distracções políticas em Bissau, tem injustamente forçado os atores políticos a fazerem concessões após concessões a seu favor. À primeira vista isto pode não ser surpreendente, tratando-se de um Presidente que nas vésperas das eleições presidenciais de 2014 confessou publicamente que não conhecia a Constituição (que na verdade são os seus termos de referência para o posto).

Porém, esse desconhecimento não pode servir de desculpa para as suas veleidades porque, depois de 30 meses em funções, teve tempo mais do que suficiente para aprender a Lei Magna. Na verdade, o comportamento do Presidente releva da má-fé ou da sua vontade quase doentia de controlar todos os segmentos do poder político. Infelizmente, ele continua a cometer erros atrás de erros por causa de seus "julgamentos pobres" e da sua falta de compreensão dos fundamentos da política.

A nossa Constituição, por mais imperfeita que seja, oferece formas de resolver qualquer crise política. Para o actual impasse político no Parlamento, a Constituição oferece a receita para a saída da crise através do seu artigo 69, n. 1, alínea a):

‘Dissolver a Assembleia Nacional Popular, em caso de grave crise política, ouvidos o Presidente da Assembleia Nacional Popular e os partidos políticos nela representados e observados os limites impostos pela Constituição’.
Mas o Presidente está horrorizado com a ideia de dissolver o Parlamento porque a sua coligação política (PRS e os 15) não quer. Os 15 porque eles não teriam o seu lugar nas listas de deputados do PAIGC; o PRS, porque eles precisam de tempo para superar a sua crise interna, latente mas encapsulada, e para acumular dinheiro, tanto quanto possível, antes de irem às urnas.

Este exemplo ilustra como o nosso Presidente é um homem sem jeito para a política. Um bom político é aquele que friamente calcula as possíveis consequências dos seus actos e identifica planos b e c no caso de falhar o plano original. Os actos políticos de José Mário Vaz são muitas vezes motivados pelo narcisismo ou pela necessidade de vingança imediata. Quando as coisas não correm bem ele quase sempre fica sem qualquer plano de resgate.

Quando nomeou Baciro Dja como primeiro-ministro, em Maio último, José Mário Vaz foi motivado pelo desejo de vingança - contra o PAIGC que lhe ‘deu a volta’ a primeira vez que ele nomeou Dja, e contra o Supremo Tribunal de Justiça, que o humilhou na altura. Quando o governo Dja foi bloqueado no Parlamento, o Presidente pareceu ter sido apanhado de surpresa.

Está agora claro que José Mário Vaz perdeu o jogo. Ele não está mais no controlo. Para resolver a crise política que criou teve que chamar a CEDEAO para o ajudar.

O ‘modo-de-espera’ em que está agora (sem pressa para descartar este governo) tem uma explicação: ele precisa de tempo para negociar com os seus aliados políticos, que são os perdedores na sequência do Acordo de Conakry. Ele precisa tranquilizar os seus aliados e certificar-se de que o seu castelo não vai desmoronar.

Particularmente preocupante para ele é o Baciro Dja. O imprevisível Primeiro-Ministro está furioso com a decisão de José Mário Vaz de o sacrificar. E vai dizendo aos seus aliados e amigos que o seu despedimento como Primeiro-Ministro não vai ficar sem consequências para o Presidente. AAS

sábado, 29 de outubro de 2016

NA ANP NÃO HÁ GENTE, HÁ NÚMEROS

O Governo arrecadou esta semana 14,3 mil milhões de francos CFA (21,8 milhões de euros) e mesmo assim continua sem pagar os funcionários da ANP, que hoje deram uma Conferência de Imprensa a denunciar a situação.

Todo esse dinheiro e nao têm como pagar os funcionários da ANP que não receberam os seus salários de Setembro e Outubro, como forma de castigar a ANP por não votar o Programa deste Governo.
A isso chama-se chantagem!

Porque pagaram todos os funcionários e os da ANP ainda nem Setembro receberam? Os pobres funcionários estão a pagar pela raiva que o Governo tem dos Deputados.

Marciano Silva Barbeiro, chefe da casa civil do PR...apanhado ontem a dormir em plena reunião do CC do PAIGC



CLICK...

PAIGC - MOÇÃO DE LOUVOR


PARTIDO AFRICANO PARA A INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ E CABO VERDE

2ª Sessão Extraordinária do Comité Central do PAIGC
28 e 29 de outubro de 2016

Moção de Louvor

(203 votaram unanimidade)

O Comité Central reunido na sua 1ª sessão extraordinária a 28 de outubro de 2016, congratulou-se com o papel e a postura exemplar assumida pela delegação do PAIGC que se deslocou a Conacri chefiada pelo camarada Presidente Eng. Domingos Simões Pereira, e que nesse fórum de concertação defendeu os valores da democracia, da liberdade e da legalidade, demonstrando uma elevada verticalidade política e sentido de Estado e responsabilidade, em aceitar sem reservas, desde que os preceitos estatutários sejam respeitados, a reintegração dos camaradas que se constituíram no denominado “Grupo dos 15” no seio da nossa família política do PAIGC;

De igual modo, o Comité Central nesta sua sessão extraordinária, registou com particular apreço e admiração a postura de defesa intransigente da legalidade constitucional de que a Mesa da ANP e muito em especial, o seu Presidente e 1º Vice-Presidente, camaradas Eng. Cipriano Cassamá e Inácio Gomes Correia “Tchim” demonstraram.

Expressar igualmente uma Moção de Louvor e de agradecimento à CEDEAO, na pessoa do seu Mediador, Sua Excelência Professor Alpha Condé, Presidente da República da Guiné, assim como o coletivo internacional que o acompanhou e assistiu, pelos esforços e dedicação que consentiram na procura de saída para a profunda crise política e institucional em que a Guiné-Bissau foi forçada a mergulhar;

Feito aos vinte e oito dias do mês de outubro de 2016.
O Comité Central

PAIGC - COMITÉ CENTRAL


PARTIDO AFRICANO PARA A INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ E CABO VERDE

2ª Sessão Extraordinária do Comité Central do PAIGC
28 de outubro de 2016

RESOLUÇÕES FINAIS
(dos 203 Presentes 201 votaram SIM e duas abstenções)

O Comité Central do PAIGC reuniu em Sessão Extraordinária no dia 28 do mês de outubro de dois mil e dezasseis, no Salão Nobre “Amílcar Cabral”, Sede Nacional do Partido, em Bissau, sob a presidência do Camarada Eng.º Domingos Simões Pereira, Presidente do Partido.
O Comité Central adotou por maioria a seguinte Ordem do dia:

Informações:

Teor e espírito do Acordo de Conakry;
Carta Aberta do Espaço de Concertação Política;
Implementação dos Acordos de Bissau e Conakry:
Escolha do Primeiro-Ministro;
Formação do Governo de Inclusão;
Reintegração dos 15;
Reformas estruturais;

Estabilidade governativa até ao final da presente legislatura.
Na abertura dos trabalhos, o camarada Presidente Eng.º Domingos Simões Pereira teceu algumas considerações sobre o momento político que o país enfrenta, o posicionamento político e estratégico do PAIGC perante ela à luz dos Acordos de Bissau e Conakry.

O Comité Central foi informado dos detalhes relacionados com a reunião de concertação promovida sob os auspícios da CEDEAO e sob a presidência de Sua Excelência Senhor Presidente da República da Guiné-Conakry, Professor Alpha Condé, acompanhado pelo Senhor Presidente da Comissão da CEDEAO, Marcel de Souza e pelos Representantes do Secretario Geral das Nações Unidas, da União Africana, do Senegal, de Angola, da Serra Leoa, que redundaram na aprovação e assinatura de todos os participantes dos Acordos de Conakry.

De seguida, o Comité Central foi informado sobre o teor de uma Carta Aberta a propósito dos Acordos de Conakry e da observância e aplicação da Constituição da República, elaborada pelos partidos políticos que integram o Espaço de Concertação Democrática, nomeadamente, o PAIGC, PCD, UM, PUN, PST e MP e dirigida ao povo guineense e de todas as forças vivas da nação, ou seja, a sociedade civil, partidos políticos, sindicatos, autoridades locais e religiosas.
O Comité Central do PAIGC deliberou:

Congratular-se com os resultados da Mesa Redonda de Conacri e felicitar a Delegação do PAIGC, chefiada pelo seu Presidente, Eng. Domingos Simões Pereira, pelo excelente trabalho levado a cabo no decorrer das negociações;

Felicitar e agradecer à CEDEAO, na pessoa do seu Mediador, Sua Excelência Professor Alpha Condé, Presidente da República da Guiné, assim como a sua equipa internacional que o acompanhou e assistiu, pelos esforços e dedicação que vêm consentindo na procura de saída da profunda crise política e institucional em que a Guiné-Bissau foi forçada a mergulhar;

Ratificar a posição e a deºcisão assumidas pela Delegação do Partido e pela Comissão Permanente do Bureau Político, relativamente aos pontos constantes do Acordo de Conacry;

Exigir a implementação rápida e integral dos Acordos de Bissau e de Conacri, apelando a todos os seus subscritores, em particular aos Órgãos de Soberania, pelo seu escrupuloso cumprimento;

Exortar o Senhor Presidente da República a aceitar e respeitar os compromissos assumidos em Conakry e permitir a nomeação do Primeiro-Ministro e o Governo, em conformidade com o Acordo de Conacry, o que a não acontecer configuraria uma flagrante violação da letra e espirito do acordo e um desperdício de uma oportunidade soberana de reaproximação e reconciliação;

Reafirmar a firme determinação no respeito escrupuloso e incondicional aos princípios, orientações e valores do partido, fazendo aplicar sem reticências os seus estatutos e normas internas;

Felicitar e encorajar o Presidente do Partido, a Comissão Permanente do Bureau Político e o Grupo Parlamentar do PAIGC a prosseguirem com os esforços de reconciliação interna, à luz das recomendações emanadas das comemorações do 60º aniversário do nosso Partido e do princípio plasmado no Acordo de Conacry;

Encorajar os 15 militantes sancionados a alinharem-se com o espirito da reconciliação lançado no âmbito das comemorações do 60º aniversário, bem como do Acordo de Conacry, manifestando a sua sujeição aos ditames dos Estatutos do nosso Partido e não se deixarem instrumentalizar pelas estratégias individuais alheias ou de outras formações políticas adversárias;

Remeter ao Conselho Nacional de Jurisdição o assunto relacionado com a reintegração dos 15 militantes sancionados, visando conformar o processo aos Estatutos do PAIGC, nomeadamente o seu artigo 46º, nºs 1 e 3, exortando-o a acompanhar e traduzir a materialização dos novos factos que configurem o novo ambiente de unidade e coesão interna no partido;

Aprovar uma Moção de Louvor para com a delegação do PAIGC que se deslocou a Conacri chefiada pelo camarada Presidente Eng. Domingos Simões Pereira, e que nesse fórum de concertação defendeu os valores da democracia, da liberdade e da legalidade, bem como aos Presidentes e 1º Vice-Presidente da Assembleia Nacional Popular e extensiva à CEDEAO na pessoa do seu Mediador, Sua Excelência Presidente da República da Guiné, Professor Alpha Condé

O Comité Central se congratula pela forma como os trabalhos foram conduzidos e pelos resultados alcançados, num ambiente de grande e responsável militarismo.

O Comité Central do PAIGC registou com muito apreço o apelo à responsabilização e a pacificação do Partido em nome da verdade e da legalidade e exortou a todas as entidades e estruturas do partido a transformarem o espirito de Conacri numa oportunidade de pacificação e união do PAIGC.

Feito em Bissau aos vinte e nove dias do mês de outubro de 2016.
O Comité Central.

SEM LIBERDADE NÃO HÁ DEMOCRACIA, NEM IMPRENSA




CARLOS LOPES: “É IMPORTANTE QUE OS AFRICANOS NÃO DEPENDAM DE IMPORTAÇÃO DE MATÉRIAS-PRIMAS”


O Secretário-Geral Adjunto das Nações Unidas e Secretário Executivo da Comissão Económica da ONU para a África concedeu entrevista ao Vanguarda.
Confira um excerto da entrevista concedida ao periódico.

Os fluxos financeiros ilícitos que saem de África alimentam também a corrupção, segundo o relatório Mbeki, mas há uma classe média em ascensão que espera muito dos políticos. Como se resolve este problema?

Há uma comissão para estudar os ilícitos financeiros em África, foi instituída pela União Africana e pela Comissão Económica de que o presidente Mbeki é o presidente e eu sou o vice-presidente. Agora, é muito importante que os africanos não dependam das matérias-primas. E é verdade que África já depende muito pouco das matérias-primas. Portanto, a parte relativa à indústria extractiva, por exemplo, é muito reduzida. Só que quando se trata de exportações, os africanos continuam gravemente dependentes de exportações de matérias-primas não processáveis, representando cerca de 60% das exportações do continente e estas estão sujeitas a uma grande volatilidade de preços e procura.

Como é que nós damos a volta a isso?

Primeiro, admitindo que a composição das exportações na economia de cada país, e logo na economia do conjunto do continente, não é tão importante como pode ser. Claro que na realidade é importante para os governos, porque eles vão buscar as suas fontes de renda e porque também fazem grandes esforços para lidar com o resto da economia.

E quando não lidam com o resto da economia, a maior parte desta economia, na qual eles não tratam, é informal. Nós temos que formalizar a economia real, onde se vai puxar a actividade económica, que neste momento está em franco crescimento, porque dois terços do crescimento africano vem da procura interna.

Mas isto tudo está a escapar aos aparelhos fiscais, porque ficam, entre aspas, na preguiça, a receber a renda das matérias-primas, e quando se trata da actividade económica dos seus países muitas vezes perdoam o pagamento de impostos aos grandes actores económicos do país, que muitas vezes são as mesmas empresas extractivas. Isto aqui é uma aberração, em que em vez de se baixar a economia real, fica-se a sugar do leite oferecido pelas exportações.
Vanguarda

Conacry explicada às criancinhas

ESCÂNDALO: Prémios de consolação?

O Ministério das Finanças, em vez de se preocupar em pagar despesas sociais básicas, só anda a comprar viaturas para os membros deste governo moribundo.

Nos últimos tempos comprou viaturas novas para o Secretário de Estado do Orçamento José Vieira, para o Secretário de Estado do Tesouro Orlando Viegas, um Toyota Prado novo último modelo para o Ministro da Energia, Florentino Mendes Pereira e outro para o Procurador Geral da República Sedja Man. AAS

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

PERSEGUIÇÃO: Fui avisado por uma fonte da PGR que esta instituição pretende notificar—me já na próxima semana. Porquê? Ah, isso já não sei...Bom fim de semana a todos. AAS

Dia 5, vem mostrar a tua INDIGNAÇÃO

HORA TCHIGA: MCCI — Manifestação dia 5, frente ao Palácio

BU STA INCONFORMADO? DJUNTA CU NOS...
CONVOCATORIA PA MANIFESTACAO A FRENTE DE PALACIO DIA 05 DE NOVEMBRO DE 2016

NO NA PIDI TUDU ESTUDANTES CU TUDJIDU ESCOLA PABIA DE GREVE;
NO NA PIDI TUDO PAPES CU SE FIDJUS CA PUDI BAI ESCOLA PABIA DE GREVE;
NO NA MIDI TUDO MAMES CU SE FIDJUS NA MURRI DI FOMI CU DUENXA;
NO NA PIDI TUDU TARBADJADURIS CU NA MURRI DI DUENXA SIM DINHERU PA CUMPRA MEXINHU;
NO NA PIDI TUDO FAMILIAS CU NA PASSA FOMI CU BORGONHA DI CA PAGA RENDA PABIA DI MAU CONDICAO DI VIDA;
NO NA PIDI TUDU PORSSORIS CU TUDJIDU BAI DA AULAS PABIA DI FALTA DI CUMPRIMENTO DI SE DIREITOS;
NO NA PIDI TUDU FORMADU CU CABA I CA OTCHA TARBADJU PABIA DI DISORGANIZACAO DES TERRA;
NO NA PIDI TUDU FIDJUS DES TERRA, CU NA BARDADI GOSTA DES TERRA
PA E DJUNTA CU NOS PROXIMO SABADO, DIA 05 DE NOVEMBRO, DIANTI DI PALACIO DE REPUBLICA, PA PIDI DISSOLUCAO DI ASSEMBLEIA NACIONAL POPULAR I REALIZACAO DE ELEICOES LEGISLATIVAS, PA TORNA POVO PODER SUMA UNICO VIA PA SAIDA DES CRISE CU POLITICOS MITINU NEL.

NO BAI TUDU NA PAZ CU CIVISMO, SIM COBA MAL, SIM USA VIOLENCIA, NO BAI FIRMA DIANTI DI PALACIO ATE DIA CU NO TENE RESPOSTA.

ATE PA NO MURRI NA CASA SIM FACI NADA PA MUDA SITUACAO I MINDJOR NO MURRI NA LUTA PA NO DIREITO.
SI BU TA RIVI NES LUTA NO NA PIDIU PARTILHA ES MENSAGEM I BIM DJUNTA CU NOS PROXIMO SABADU DIANTI DI PALACIO A PARTIR DE PARMANHA.

APELO DE CIDADÃOS CONSCIENTES E INCONFORMADOS

HORA DE ACÇÃO. ESTEJA ATENTO


BASTA!
BASTA!
BASTA!!!

CIMEIRA CPLP/BRASIL: JOMAV deve ir ao Brasil apenas no dia 30. Amanhã reúne com os líderes religiosos, e com os protagonistas de Conacry.. Ir ao Brasil sem resolver a crise por ele protoganizado pode ter consequências que o mesmo ppde prever. AAS

Contra o JOMAV, marchar, marchar!

JOMAV está comprador...


Uma fonte do DC no Palácio da República, alerta que o presidente tem estado nos últimos dias a convocar os jornalistas e os jornaleiros, um a um.

Em troca de dinheiro ele pede a todos que façam uma campanha favorável a ele, dizendo que ele tem razão nas decisões que tem tomado. Jornalistas da rádio e da televisão, mas sobretudo junto das rádios comunitárias. JOMAV nunca me enganou...AAS

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

RIP: Morreu Rui Brito e Silva. Que a terra lhe seja leve. AAS

EM NOME DO POVO, PUBLIQUE—SE

TELECOMUNICAÇÕES: Tribunal mandou anular decisão da direcção da MTN em despedir funcionários

"Caros Colegas,

Hoje, dia 27 de Outubro de 2016, é um dia muito importante na história da ASTRA-MTN Bissau.

4 dos 8 colegas que foram despedidos sem justa causa, viram os seus direitos validados pela justiça, através de uma providencia cautelar interposta.

O Juiz mandou anular a decisão da direção, em despedir sem justa causa os nossos colegas. Significa isso que, a partir de agora, tudo voltou ao estado exatamente antes da decisão unilateral do despedimento. Continuam sendo NOSSOS colegas de trabalho, funcionários da MTN Bissau.

Viva Justiça Guineense,
Viva ASTRA-MTNGB
"

Para o JOMAV:

DSP!, DSP!

O presidente do PAIGC, Domingos Simões Pereira, classificou como "desapropriada" a auscultação do Presidente da República da Guiné-Bissau às forças políticas realizada esta semana.

"Voltar agora a convocar as forças políticas é uma "tentativa de descredibiliza o Acordo de Conacri" de "forma desapropriada", referiu Simões Pereira aos jornalistas, depois de ter sido recebido pelo chefe de Estado, José Mário Vaz.

"O Presidente só é Presidente se respeitar a Constituição. Se não... veremos o que lhe vai acontecer", disse. "O Presidente da República deve garantir o normal funcionamento das instituições. Elas não funcionam. Esperávamos uma atitude diferente do Presidente, o que não encontramos".

INVESTIGAÇÃO DC/ESCÂNDALO NA EMISSÃO DE PASSAPORTES DIPLOMÁTICOS E DE SERVIÇO


Na secretaria de Estado da Cooperação e Comunidades, com AUGUSTO POQUENA ao leme, o ambiente é de cortar à faca. É o orgia total. Ditadura do Consenso apurou que se vende cada passaporte diplomático por 500.000 fcfa (pouco menos de 1000€).

Um investigação do DC apurou que foram já emitidos, no total, 85 passaportes (52 diplomáticos e 33 de serviço). Por que motivo, ninguém sabe!!!

No mês de julho, emitiram-se 15 passaportes diplomáticos e 13 de serviço; no mês de agosto foram 12 diplomáticos e 16 de serviço e em setembro 25 passaportes diplomáticos viram a luz do dia e 4 de serviço tiveram a mesma sorte.

A situação chegou a tal ponto que um dos assessores de Augusto Pequena, Fernando Yala, do mesmo partido - o PRS (o tal partido que só ganhou uma eleição em 2001...e manda na Guiné-Bissau até hoje e até ameaçam agora o PR JOMAV com golpe de Estado) - deixou mesmo de ir ao serviço, de tanta vergonha.

DC sabe que o próprio MNE, Soares Sambu, sabe disso e anda com os cabelos em pé. Ao PGR, Sedja Man, que mande investigar, pois lá na Europa estão à espera deles...AAS

NOVIDADES:


TGB passa a NTV — Ninguém Te Vê
EAGB passa a NTL — Ninguém Tem Luz

NOVIDADE DC: Koba mal kaba na é blog...

...gossi son runpi ntinhi! AAS

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

INVESTIGAÇÃO DC: PGR faz guerra suja à Polícia Judiciária


Hoje, e pela primeira vez desde que tomou posse como procurador-geral da República, António Sedja Man foi visitar a prisão do Bandim, onde, há pouco mais de suas semanas 24 presos deram à sola, deixando a polícia - e o bairro do Reno - com os cabelos em pé.

No entanto, a visita do PGR teve/tinha/tem outro propósito: humilhar a Polícia Judiciária e, por tabela, exonerar a sua directora-geral, Filomena Lopes. E, para o seu lugar, nomear ARMANDO NAMOTCHE do PRS (que, curiosamente o acompanhou durante a visita), o mesmo partido a que pertence o PGR.

Tudo ilegal, pois não compete ao PGR exonerar a directora-geral da Polícia Judiciária. Essa competência é do ministro da Justiça, de quem a PJ não tem queixas. Muito pelo contrário. "O ministro da Justiça tomou posse e logo na semana a seguir visitou todas as prisões do País - coisa nunca antes vista", diz um agente da PJ ao DC.


ARMANDO NAMOTCHE acompanhou o PGR Sedja Man na visita, hoje, à PJ - não há coincidências...

Um fonte do sindicato da PJ, refuta uma possível exoneração da actual directora-geral - "alguém competente e acima de qualquer suspeita, uma pessoa comunicativa e de fácil relacionamento", e prometem uma resposta "à altura do sindicato" e uma 'guerra' sem quartel. A paralisação não é de descartar.

Ditadura e Consenso, desmonta agora toda a estratégia do PGR.

Ponto um e único: as celas da prisão do Bandim (e de todas as outras celas na Guiné-Bissau) são da RESPONSABILIDADE da direcção-geral dos Serviços Prisionais - e não da Polícia Judiciária. É à DGSP que cabe providenciar a alimentação, a segurança e o programa das visitas dos presos. Não é a PJ...mas isso o PGR parece nem querer saber!!! E ainda assim é um procurador-geral da República.

Seja Man foi rápido. Visitou as instalações da PJ e dos serviços prisionais, espreitou as celas e quando se viu perante os microfones, vociferou: "Temos de apurar tudo o que aconteceu aqui até às últimas consequências." E disse-o com ódio!

Ainda durante a atribulada visita um jornalista fez uma perguntinha ao PGR: "Sr. Procurador, afinal quem manda nas prisões?". O PGR, de acordo com uma fonte que acompanhou a "rápida visita, não gostei nada, para além do homem ser arrogante" - disse ao DC que Sedja Man praguejou e engasgou-se. "Bom, hmmmm, pois, ok, mas mesmo assim vamos investigar tudo." Tretas.

Outra fonte disse ao DC que "o PGR estava tão desconfortável, que as pessoas que o acompanhavam puxavam-lhe pela camisa para o tirarem de lá. Estava afundar-se! Pareceu-nos que nem sequer sabia porque ali estava. E foi muito mal visto o guarda-costas do PGR que tinha duas pistolas à vista - uma na cintura e outra na perna, quando nós, na PJ somos 150 e temos 9 armas de fogo. Um absurdo!"


A imagem não engana: O guarda-costas do PGR anda com duas pistolas...

A FUGA DOS PRESOS

Foram 24, os presos que fugiram das celas da prisão do Bandim há pouco mais de duas semanas, indo enfiar-se no bairro do Reno. Um morreu ao pular o muro de quase 6 metros nas traseiras das instalações. Destes, 9 foram já recapturados e 15 continuam a monte. Neste momento, a direcção-geral dos Serviços Prisionais mantém cerca de 84 presos nas instalações, contra o que diz a lei. Antes da fuga eram 90. Un monton!!!

Nessas mesmas celas, estão oito perigosos assaltantes, cujo julgamento ditou há muito a sua sentença - deviam ter sido transferidos de imediato para Mansoa ou Bafatá, mas continuam no Bandim - será que a culpa é da Polícia Judiciária? Balelas!!!

Aliás, DC sabe que é a União Africana que agora decidiu chegar-se à frente: vão reabilitar todas as celas e dotá-las de condições mínimas para se manter um preso - a dignidade não acaba quando se é preso, mas pode estar perto de acabar com a maneira como se trata um prisioneiro...

A PJ, com todas as dificuldades (há agentes que não recebem há mais de um mês), tem-se mantido firme. Prende traficantes de drogas no aeroporto como nunca se viu no País. Perto de 30 quilos de cocaína foram apreendidas no aeroporto Osvaldo Vieira, em poucos meses.

Portanto, PGR Sedja Man, não é com a mudança a cada seis meses do director-geral que a PJ mudará o que quer que seja - pode ter até um efeito contrário. É dotando esta polícia de meios necessários para o seu trabalho, e, sobretudo, NUNCA mas nunca interferir - e menos ainda de forma mesquinha - nas suas atribuições! AAS


KUDADI: A ler o Livro: "1001 Maneiras de (TENTAR) Compreender o JOMAV"


ÚLTIMA HORA/NOTÍCIA DC: Bubo Na Tchuto entrou há pouco no Palácio da República, para uma audiência com o PR JOMAV - a pedido do próprio contra-almirante, por iniciativa das chefias militares - leia-se CEMGFA, Biagué Na Ntan... AAS

EXCLUSIVO DC - HISTÓRIAS MALUCAS DO PALÁCIO (Episódio I): Cabrão manda prender cabra


Quão doente tem de estar uma sociedade para que se gaste tanto tempo a esmiuçar uma entidade que devia ser responsável – falo da Presidência da República; e quão doente tenho eu de estar para contar esta história? A resposta a estas duas questões só pode ser: muito doente. Evidentemente. Ora bem.

Há pouco menos de 1 ano, uma cabra (sim, um animal, um caprino), foi apreendida pelos militares do palácio da República por estar a rodear o edifício...logo, foi tomada como suspeita e, porque não?, muito perigosa. Esta história aconteceu, e qualquer coincidência com o que vai ler a seguir, é pura ficção. Ou realidade.

Dizia eu que militares afectos ao palácio apreenderam uma cabra. Devia estar a incomodar, a protestar talvez...levaram-na então ao colo até às traseiras do palácio e amarraram-no a um gerador. Esperavam agora que o dono da conspiradora chegasse. O que falaram com a cabra eu não sei, porque não estive presente, mas dava o céu e a terra só para assistir ao paleio...

O dono da cabra, vizinho do palácio, foi finalmente alertado do sucedido, por outro vizinho. Mas ele, incrédulo com o que acabara de ouvir, de tanto não acreditar no sucedido, mandou um amigo - o Djonsa: "Aconteceu isto, e quero que vás lá saber o que se passa." E la foi o Djonsa, entretido da vida. Vai directo ao oficial do Dia e explica-lhe o sucedido.

Este, meio sério meio a gozar, atira: "Uma cabra? Falas de um animal, certo? Mas quem é que prende uma cabra?!". O pobre do Djonsa garante-lhe que a cabra foi mesmo 'presa'.

- "Dê-me um minuto que vou tentar saber", diz o militar de serviço. Contudo, quando regressa, as notícias não são as que o Djonsa obviamente esperava. "Por acaso, foi 'presa' uma cabra branca. Está amarrada a um gerador no quintal..."

O Djonsa aguentou firme a gargalhada, que só não saiu porque...com a tropa nunca se sabe. Ainda assim, foi corajoso, manteve-se firme e perguntou: "Então, e agora? A propósito, o que é que a cabra fez mesmo?!" O militar não esboçou um sorriso nem mexeu um músculo. Segundos depois, limitou-se a um encolher de ombros e desapareceu da frente do pobre do Djonsa.

A cabra em questão podia ser vista - e afagada por quem quer que lá passasse - na esquina oposta à sede do PAIGC. O dono lá mexeu os cordelinhos e a pobre da cabra foi solta (não, não consta que milhares de guineenses a tenham ido receber como um autêntica heroína...)

Mas o melhor estava ainda por vir. O dono da cabra recebeu nesse mesmo dia a visita de um juiz do Supremo Tribunal de Justiça e a quem, divertido, contou este episódio. Foi o bom e o bonito.

- "Uma cabra?", atirou, nervoso, o juiz. "Mas quem pode prender um animal? A cabra é inimputável!!!", atirou o juiz. De seguida chamou-lhe o artigo, a alínea que dizem isso mesmo. O dono da cabra, esse, estava perdido de riso. Ria a bandeiras despregadas, enquanto o juiz decretava e debitava sentença atrás de sentença.

Então, depois de ouvir boquiaberto esta história formidável, perguntei ao meu amigo, o dono da desafortunada cabra: "Mas e a cabra, ainda atravessa a estrada para o palácio?". O dono do animal olhou-me com ternura e respondeu. "Agora? Agora só vai até à sede do PAIGC. Se calhar puseram-lhe um chip lá no palácio... para se manter longe!!!"
AAS

CAIR NA REAL: Ontem, pela primeira vez, JOMAV admitiu DISSOLVER o parlamento. Aconteceu num dos encontros com os partidos políticos sem assento parlamentar. Haja tomates!!! AAS

DENÚNCIA/VENDA DE BOLSAS DE ESTUDO (TAMBÉM) PARA A RÚSSIA




"Aly,

É para lhe falar sobre as bolsas de estudo para a Rússia. Vai ali, no ministério da Educação, uma negociata de caraças, e agora, estão a pedir aos bolseiros para levarem o dinheiro do bilhete de avião. Quer dizer, agora o ministério da educação virou agência de viagens?!

Alegaram que depois os recibos vão ser apresentados no ao ministério das Finanças, para a liquidação de Título. Tanto banditismo!!!

Obrigado,
L.M. - uma Mãe preocupada
"

CRISE POLÍTICA: CEDEAO exasperada com o PR JOMAV

FONTE: Seja assinante, consulte o sítio para mais informações >> AfricaMonitor



- Governos de Estados da CEDAO denotam “grande exasperação” em relação ao impasse em que a situação na Guiné-Bissau caiu. Estão determinados a levar a própria organização (CEDEAO) a promover iniciativas tendentes a encontrar uma pronta solução para a crise.

- Os Estados mais inconformados com a situação na GBxo são o Senegal, Nigéria, República da Guiné e Costa do Marfim. Consideram que o arrastamento da crise constitui um mau exemplo para a região e que o vazio de poder em que o país se encontra (está à deriva, como dizem), atrai o crime organizado e o terrorismo, potencialmente contagiosos.

- Governantes de países da região descontentes com a situação na GBxo fazem recair sobre José Mário Vaz (Jomav) especias responsabilidades. Consideram que é a ele que cabe encontrar uma solução estável para a crise, até por a ter prov0ocado, quando demitiu DSP. A vontade que lhe é atribuída de só aceitar uma solução que seja do seu interesse, leva-o a recorrer constantemente a artifícios de manipulação e dilação.

- À margem da última cimeira da CEDEAO em Lomé alguns chefes de Estado quiseram ter uma reunião a sós com Jomav, mas o homem furtou-se in extremis alegando estar doente. Ficaram irritados.

- Exemplo mais recente dos expedientes de Jomav: mandou ao Presidente da Rep da Guiné uma lista de três indivíduos (Olivais, Cissoko e outro) que consideram, por igual, serem merecedores da sua confiança, aceitando indicar qualquer deles como novo PM. Os partidos guineenses que ali estavam reunidos para tentar encontrar uma solução para a crise, pronunciaram-se a favor de Augusto Olivais.

O entendimento foi logo a seguir rompido pelo PRS – um partido cuja linha em relação à crise exibe cumplicidades com os interesses de Jomav. Ambos estão apostados num enfraquecimento do PAIGC (de que faz parte o afastamento de DSP). Jomav quer garantir a sua reeleição e está ciente de que DSP jamais apoiará a sua candidatura.

- Supõe-se que foi Jomav que influenciou a reviravolta, mas logo remetendo responsabilidades para a falta de entendimento entre os partidos.
- O homem que Jomav quer como PM é o Sissoko. A fraca reputação do homem na própria região, onde é considerado um traficante de influências, não favorece o intento de Jomav.

- Uma intervenção mais incisiva da CEDEAO na GBxo tendo em vista acabar com o impasse actual teria um precedente: em 2012 foi a organização que IMPÔS ao Indjai o nome de Serifo Namadjo como Presidente interino.

Vaticano nomeia novo Núncio Apostólico


Chegou ontem a Bissau o novo Núncio Apostólico nomeado pelo Vaticano. Chama-se Michael e é americano. Veio substituir o Luis Mariano Montemayor. AAS

NOTÍCIA DC: SEF trava imigração ilegal

Na semana que passou, agentes do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras português, SEF, travaram mais uma tentativa de imigração ilegal. Uma passageira do voo da EuroAtlantic, com passaporte de serviço, foi interceptada nas escadarias do avião.

"Para onde vai?", "que missão é que é?", "trabalha para que ministério, secretaria de Estado?". Silêncio da passageira. Acompanharam—na então de volta à sala de embarque e ficou em terra. DC chamou ontem mesmo a atenção dos países Schengen para a onda de viagens sem qualquer controlo.

Ora aí está uma prova de que este governo de ilegais e de impostores anda a ganhar uma pipa de massa levando gentes para a Europa. AAS

Para o JOMAV, pois claro!

terça-feira, 25 de outubro de 2016

ÚLTIMA HORA: Bubo Na Tchuto, acompanhado do coordenador da FISCAP, Mário Fambe, acabam de dar entrada no ministério das Pescas, onde os espera o ministro Fernando Landim...retoma da actividade em vista? Ah, Guiné-Bissau. AAS

ATENÇÃO ESTADOS SCHENGEN: Cada governante que sai de Bissau, leva uma corja de incompetentes e analfabetos — imigração ilegal!!! E cobram uma pipa de massa....Abram os olhos, europeus. AAS

O ministério dos Negócios Esquisitos, perdão Estrangeiros que diga QUANTOS PASSAPORTES DE SERVIÇO foram passados desde que os gatunos tomaram o poder. AAS

Pergunto: que comunicação social existe na Guiné-Bissau e como escrevem?! Não me fodam com merdas de conferências e outros que tais, onde o ministério da Comunicação Social - cujo 'ministro' sai de vender publicidade em revistas em Lisboa...para 'jornalista' em Bissau - serve apenas para comprar carros - e para toda a família!!! AAS

EXCLUSIVO: A mãe do Wilrane Fernandes foi apanhada ontem na esquina da Bayana a vender pampana. Disse na PJ que estava tão mal que agora até dava crédito...



Procurem-no no Facebook, e peçam-no que ajude a Mãe coitada

EXCLUSIVO DC: No seu blogue de verdade, toda a história sobre a directora de gabinete do presidente da República, José Mário Vaz. Agora é que a porca torce o rabo. AAS


- Quem roubou em Portugal, e quanto tempo esteve na cadeia?
- Quem roubou uma mala em Espanha?
- Quem roubou (e com mais quem?) no aeroporto de Bissau e transferiu tudo para Lisboa?
- Quem...

Apertem os cintos. Não há volta a dar, o presidente gosta de estar rodeado de LADRÕES!!! AAS

CEDEAO, UA, UE, ONU: Imponham SANÇÕES a estes impostores armados em políticos!!! JOMAV NÃO quer e nem vai respeitar nenhum compromisso porque é um MENTIROSO nato. AAS

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

FALA UM IRREFREÁVEL FANÁTICO, OU UM CHEFE DE ESTADO?

O Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, pediu hoje aos jornalistas "moderação e responsabilidade em prol da liberdade de imprensa e de opinião." O apelo foi feito na abertura de um seminário internacional promovido pelo Conselho Nacional de Comunicação Social do país

José Mário vaz afirmou que é pela total liberdade dos jornalistas, mas desde que haja moderação e responsabilidade, sob pena de se colocar em causa a própria estabilidade social.

"A classe política, a sociedade civil, mas, sobretudo, os órgãos de comunicação social devem poder fazer o seu trabalho, de informar e formar a opinião pública, de forma livre, sem serem incomodados", referiu.

José Mário Vaz ressalvou que se as liberdades "não forem exercidas com moderação e responsabilidade, existe o risco de se transformar em instrumentos de manipulação e de estabilização. Liberdade sim, mas insulto nunca", defendeu ainda o Presidente guineense.

"O contraditório é saudável na justa medida em que discordar não significa insultar e pôr em causa a dignidade da pessoa com quem não concordamos. A dignidade humana e institucional deve ser respeitada", enfatizou José Mário Vaz.

O Presidente guineense destacou o facto de, durante os dois anos do seu mandato, nenhum jornalista ter sido perseguido a mando do chefe do Estado.

"Desde o início do meu mandato, pautamo-nos sempre por respeitar e fazer respeitar todas as liberdades estabelecidas na nossa Constituição e demais leis da República, tanto assim é que nenhum profissional da comunicação social foi incomodado", nem "espancado ou torturado por causa do exercício da sua profissão", disse Mário Vaz.

A profissão deve ser exercida por "técnicos capacitados e conscientes do poder da comunicação", defendeu ainda José Mário Vaz. Sobre a importância do encontro, o Presidente guineense disse ser uma oportunidade para a troca de experiências e estreitar os laços de cooperação entre os profissionais da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

NOTA DO EDITOR:

No que me diz respeito, não levo a sério os apelos do PR JOMAV, e como tal não os tomo em conta. Isso é o que mais faltava! Este é o mesmo presidente, que anda há quase dois anos a afrontar o Povo e a PISAR A CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA, e ainda assim quer que nos calemos? Não. Eu não me calo. Os António não se rendem!

Passaremos muito, mas muito brevemente das palavras (chamem-lhe insultos) aos actos (podem chamar-lhe caos). Mas, que lição tem JOMAV para dar a alguém? Por amor de Deus. AAS

CONTRA-ATAQUE: DENÚNCIA DOS QUADROS NACIONAIS DA MTN E DA ORANGE

OPINIÃO AAS: E agora, José Mário Vaz?


José Mário Vaz, presidente da Guiné-Bissau, comporta-se como se fosse dono absoluto do poder, ignorando que em 2014 houve eleições presidenciais e legislativas.

A sua vontade de ser ele a escolher o Primeiro-Ministro é inconstitucional e antidemocrática. Em Conakry, há dias, ele insistiu novamente nessa fórmula. Acabou por enviar o seu ‘short-list’ de três nomes a partir do qual os partidos políticos tiveram que escolher.

Mesmo sendo ele a principal fonte de todas as distracções políticas em Bissau, tem injustamente forçado os atores políticos a fazerem concessões após concessões a seu favor. À primeira vista isto pode não ser surpreendente, tratando-se de um Presidente que nas vésperas das eleições presidenciais de 2014 confessou publicamente que não conhecia a Constituição (que na verdade são os seus termos de referência para o posto).

Porém, esse desconhecimento não pode servir de desculpa para as suas veleidades porque, depois de 30 meses em funções, teve tempo mais do que suficiente para aprender a Lei Magna. Na verdade, o comportamento do Presidente releva da má-fé ou da sua vontade quase doentia de controlar todos os segmentos do poder político. Infelizmente, ele continua a cometer erros atrás de erros por causa de seus "julgamentos pobres" e da sua falta de compreensão dos fundamentos da política.

A nossa Constituição, por mais imperfeita que seja, oferece formas de resolver qualquer crise política. Para o actual impasse político no Parlamento, a Constituição oferece a receita para a saída da crise através do seu artigo 69, n. 1, alínea a):

‘Dissolver a Assembleia Nacional Popular, em caso de grave crise política, ouvidos o Presidente da Assembleia Nacional Popular e os partidos políticos nela representados e observados os limites impostos pela Constituição’.
Mas o Presidente está horrorizado com a ideia de dissolver o Parlamento porque a sua coligação política (PRS e os 15) não quer. Os 15 porque eles não teriam o seu lugar nas listas de deputados do PAIGC; o PRS, porque eles precisam de tempo para superar a sua crise interna, latente mas encapsulada, e para acumular dinheiro, tanto quanto possível, antes de irem às urnas.

Este exemplo ilustra como o nosso Presidente é um homem sem jeito para a política. Um bom político é aquele que friamente calcula as possíveis consequências dos seus actos e identifica planos b e c no caso de falhar o plano original. Os actos políticos de José Mário Vaz são muitas vezes motivados pelo narcisismo ou pela necessidade de vingança imediata. Quando as coisas não correm bem ele quase sempre fica sem qualquer plano de resgate.

Quando nomeou Baciro Dja como primeiro-ministro, em Maio último, José Mário Vaz foi motivado pelo desejo de vingança - contra o PAIGC que lhe ‘deu a volta’ a primeira vez que ele nomeou Dja, e contra o Supremo Tribunal de Justiça, que o humilhou na altura. Quando o governo Dja foi bloqueado no Parlamento, o Presidente pareceu ter sido apanhado de surpresa.

Está agora claro que José Mário Vaz perdeu o jogo. Ele não está mais no controlo. Para resolver a crise política que criou teve que chamar a CEDEAO para o ajudar.

O ‘modo-de-espera’ em que está agora (sem pressa para descartar este governo) tem uma explicação: ele precisa de tempo para negociar com os seus aliados políticos, que são os perdedores na sequência do Acordo de Conakry. Ele precisa tranquilizar os seus aliados e certificar-se de que o seu castelo não vai desmoronar.

Particularmente preocupante para ele é o Baciro Dja. O imprevisível Primeiro-Ministro está furioso com a decisão de José Mário Vaz de o sacrificar. E vai dizendo aos seus aliados e amigos que o seu despedimento como Primeiro-Ministro não vai ficar sem consequências para o Presidente. AAS

CA-DO-GO

Para o JOMAV

domingo, 23 de outubro de 2016

"Só há no mundo uma coisa pior do que ser objecto de falatórios: é não o ser" - Oscar Wilde


"Aly,

Escolheste não viver no quase, nessa apatia e indiferença que corrompe e destrói a alma, que mata a esperança de um talvez. E mesmo quando as contrariedades da vida e a inteligência te fazem sofrer de crises de misantropia, queres continuar a acreditar.

Bem sabes que o caminho de seres tu próprio, essa coerência e fidelidade àquilo que és e que vives, está longe de ser o mais fácil. Sabes bem quem és, pequenino e frágil, ousado e corajoso, ao escolheres esse trilho tantas vezes solitário, mas que te permite viver pleno, em paz, fiel a quem és.

Bem sabes que não deves ter de merecer a aprovação ou a amor de alguém, algo que é, por definição, gratuito. Mas é nesse desejo íntimo e profundo de seres e te sentires amado (como qualquer ser humano) que enraizas o desejo firme de continuares a viveres fiel àquela que sentes ser a tua missão, ousando ser, ousando lutar com palavras, ousando silenciar, ousando seres mal amado, ousando acreditar, ousando seres quem és.

E como diz e muito bem a citação de Wilde, "Só há no mundo uma coisa pior do que ser objecto de falatórios: é não o ser".

As pessoas podem não gostar ou simpatizar contigo. Estão no seu direito. Gostar é somente isso mesmo, um sentimento que não controlamos e que tantas vezes nasce da ignorância, do olhar comprometido perante a transparência de quem não usa máscaras, dos preconceitos de quem não ousa ousar, da insegurança e do medo de quem vê reflectido no outro aquilo que é ou que deseja ser... Já amar é uma escolha, uma opção feita de muita entrega e de cedências, de partilha desinteressada, de sofrimento, desse dom gratuito que não temos de merecer.

Pois bem. É verdade: quantas vezes não passou pelas nossas cabecinhas aquela vontade de esganar pessoas, talvez numa tentativa de fazê-las acordarem dos mundinhos medíocres e banais onde vivem? Temos vontade de sacudi-las e obrigá-las a serem mais perspicazes.

Acredito e sei que existem pessoas com boa disposição para serem honestas, lúcidas e, acima de tudo, íntegras. Seres capazes de perceber a pequenez do Homem, porém, não se apequenando com tal coisa. São pessoas que reconhecem as suas próprias imperfeições, mas nem por isso se acomodam. Ser assim não me provoca nenhuma culpa.

Às vezes, as pessoas preferem silenciar o que pensam por medo de serem incompreendidas ou mal interpretadas. Ora, pensar assim, até certo ponto, parece-me sensato. Mas, se tomado como regra diária e geral, transforma-nos em cínicos e cobardes, seres incapazes de correr o risco de provocar, mesmo sem intenção, o desconforto e a antipatia de determinados grupos. Afinal de contas, só os tolos e inseguros tentam agradar a todos. Somente os ingénuos ou dissimulados agem assim. Porque não suportam (nem comportam) a ideia de não parecerem perfeitos.

Acho que este é o TEU retrato (ou antes, o teu não retrato). E acredita que te compreendo.

Bem menino, não te vou dizer para leres O Principezinho, pois há muito que passaste na cadeira Introdução às relações humanas, mas que continues a ler a voz da tua alma e, sobretudo, a voz do teu coração. E que continues também a dar voz e expressão aos teus medos e inseguranças, pois é na humildade e na pequenez que se manifesta a verdadeira força de carácter.

Desculpa não estar propriamente muito inspirada, mas só quis escrever-te umas palavras neste dia tão especial.

Estamos juntos!
Mónica
"

Obrigado. AAS

OPINIÃO AAS: Bubo e a sua sombra


A maneira como foi preparada a chegada do contra-almirante Bubo Na Tchuto a Bissau merece-me uma única palavra: ver-go-nha.

Vergonha, por elevarmos à figura de herói alguém cujo passado recente foi tudo menos benéfico para o nome do nosso País; vergonha, por tomarmos gente desta estirpe como 'exemplo'.

Ou seja, o guineense, cansado de vaguear na poeira, sem Educação, sem exemplo que o empolgue, sem eira nem beira espera por momentos como este para ver e ser visto - coisa de ignorantes, de simplórios do terceiro mundo.

Agora, deixemos para lá o acessório e concentremo-nos no essencial. Como explicar que, depois de todas as graves acusações que pendiam sobre Na Tchuto, os EUA guardaram-no apenas 4 anos? Mistério? Não. Nada acontece por acaso.

Bubo corre riscos. O risco de ter 'cantado' muito, sujando muita gente pelo caminho; o risco de, por cá, ser olhado com desconfiança e, por tabela, ser tomado como um informador da DEA. Trocado por miúdos, Bubo corre sérios riscos de vida.

Outra figura cuja presença era escusada no aeroporto?: Mário Fambé, deputado, amicíssimo do contra-almirante nas manobras nas nossas águas e nomeado nesta ilegalidade de 'governo' coordenador da FISCAP - Fiscalização e Controlo de Actividades de Pesca, não devia ter tido essa atitude.

Foi ele o 'coordenador' da triste e patética recepção ao contra-almirante e que assustou muito boa gente. Fambé agradeceu o povo guineense pela "recepção calorosa", lamentando o "tratamento" que o governo e o Estado da Guiné-Bissau, deram aos problemas de Bubo. Agradeceu ainda ao povo "que não dormiu" para embalar Bubo à sua chegada.

Criámos um monstro - as três/quatro últimas gerações de Guineenses são um caso perdido e daí chamar-lhes Povo de merda - a chegada do Bubo vem apenas confirmar tudo isto.

O problema, agora, nem é o Bubo ter chegado, mas sim quem vai a seguir...Ontem mesmo, quatro cidadãos norte-americanos aterraram em Bissau. Não serão turistas... AAS

ESCÂNDALO NO TURISMO: O verdadeiro turismo de...massas


Sindicato de base dos trabalhadores tomou de ponta o ministro do Turismo, Malam Djaura. Falam em corrupção no fundo do turismo, e em vendas de bolsa de turismo e dão como exemplo a Feria de Madrid onde houve, garantem, "imigração ilegal". A maioria das pessoas que foi a Madrid "pagou muito dinheiro e nenhum deles voltou ao País."

Outro assunto que o sindicato trouxe à tona e deu grande ênfase, tem a ver com o director-geral do Turismo, Francisco da Costa. Continua no cargo, mas não tem expediente, não faz nada e o ministro mandou retirar-lhe o carro de função. Ou seja, no Turismo como na Educação...é só roubalheira e gatunagem. AAS

Grande desempenho do Governo de que fala o primeiro-ministro en passant, é: terem sido grandes LADRÕES. AAS

sábado, 22 de outubro de 2016

R-U-A

OPINIÃO AAS: O CALVÁRIO DE JOMAV


Alguns apoiantes do presidente da República, José Mário Vaz, acreditam que o Presidente ainda dispõe de margem de manobra para escolher o seu Primeiro-Ministro. Estão REDONDAMENTE enganados.

A partir do momento em que a CEDEAO entrou na mediação da crise (que o JOMAV criou mas não conseguiu resolver), a margem de manobra do Presidente diminuiu substancialmente.

A vinda a Bissau dos três Presidentes mandatados pela CEDEAO e a reunião de Conakry só tiveram lugar porque a solução Baciro Djá falhou. O único responsável dessa solução é o JOMAV.

O presidente só aceitou a mediação da CEDEAO, depois de a ter rejeitado durante vários meses, quando se viu num beco sem saída. A mediação ofereceu-lhe a possibilidade de uma saída airosa para a crise política por ele fomentada, que não passa pela dissolução do Parlamento (que ele repudia).

Portanto, Conakry visava sobretudo ‘salvar’ politicamente o próprio JOMAV.

No processo, JOMAV exigiu que fosse ele a escolher um Primeiro-Ministro da sua confiança. O PAIGC retorquiu que a nossa Constituição é semi-presidencialista e que compete ao Partido vencedor das eleições propor a figura de Primeiro-Ministro.

Os mediadores pediram cedência ao PAIGC, permitindo que o Presidente apresentasse uma lista com três nomes da sua confiança, um dos quais seria escolhido. O PAIGC cedeu. JOMAV enviou a Conakry os três nomes para que um deles fosse escolhido (repare-se que isto representa a inversão de um processo normal em que seria o PAIGC a propor nomes ao Presidente da República).

O PRS, a UM, o PCD e o PND fizeram saber que não se opunham à nomeação de qualquer uma das três figuras. O PAIGC, que abdicara da prerrogativa de propor o nome do Primeiro -Ministro, fez saber aos mediadores que só aceitava uma das figuras propostas pelo Presidente. Os mediadores discutiram com o PAIGC e escolheram essa figura.

No final das discussões, a mediação comunicou às partes em Conakry que o Primeiro-ministro tinha sido escolhido e que seu nome seria indicado ao Presidente, a quem caberá anunciar e posteriormente nomear, respeitando os trâmites constitucionais. A mediação comunicou o nome escolhido ao JOMAV em Lomé, capital do Togo.

Estranhamente, JOMAV parece não ter gostado da escolha. Os seus apoiantes dizem agora que Jomav pode escolher qualquer uma das outras duas figuras. Não pode. Se o fizer, viola o Acordo de Conakry e já ninguém o conseguirá salvar.

Mais ainda: seria uma decisão politicamente estúpida. O governo que resultaria dessa escolha seria uma nova versão do governo moribundo do Baciro Djá (não contaria com o PAIGC e seria bloqueado no Parlamento).

Uma tal decisão seria muito problemática para o JOMAV porque aprofundaria ainda mais a crise política, numa altura em que o país está praticamente de rastos sob todos os pontos de vista (político, económico, financeiro e social). Além disso, desafiaria a CEDEAO (a quem o próprio JOMAV confiou a mediação e cuja força, a ECOMIB, vela pela segurança das instituições nacionais).

JOMAV é o seu próprio problema! É um presidente que não percebe as noções básicas sobre o funcionamento da política numa democracia. Esperemos que desta vez perceba o que está realmente em jogo. AAS

OPINIÃO AAS: ESTA É A NOSSA VEZ - DO POVO


O PR JOMAV está com medo, JOMAV está a tremer de medo. Um presidente com medo do seu Povo. Está enclausurado, preso dentro do próprio palácio, alheio ao que se passa à sua volta, sem saber que maioria do Povo está com fome apesar de, a cada viagem, para além das dezenas de milhões que saca ao tesouro, mentir que foi "PEDIR COMIDA PARA ALIMENTAR O SEU POVO" como se ESTE Povo fosse gado!

JOMAV é um presidente no fio da navalha. A CEDEAO descartou-o, a UA, a ONU e a UE têm-no na mira. JOMAV está rodeado de militares - até na cozinha. Violou deliberadamente a Constituição (QUE JURARA CUMPRIR NO SEU SERMÃO DE POSSE) e depois mandou os militares agredir o povo, que estão do lado da verdade. JOMAV está com medo! JOMAV está com medo do seu próprio POVO

O próximo passo é tratar da DESTITUIÇÃO do PR doente. Se JOMAV não sair a BEM sairá a MAL, custe o que custar, não importa quanto sangue do Povo será derramado. Estamos prontos. ESTA É A NOSSA VEZ - DO POVO!!!
AAS

A PALAVRA AOS MENTIROSOS: Já há acordo para 90% da dívida que falta pagar aos bancos na Guiné-Bissau


Mais de 90% do valor que os empresários da Guiné-Bissau ainda devem a dois bancos do país, dívida que o Estado "comprou" em 2015, já têm acordos de regularização, disse o presidente do Banco Africano Ocidental.

"Ao fim de um ano já se devolveram 23% desses créditos; o simples facto de termos impedido o desaparecimento das empresas já permitiu entregar ao Estado 23% do crédito recebido e, do restante que falta pagar, em 90% dos casos já há acordos de regularização, que deverão chegar aos 100%", anunciou Diogo Lacerda à Lusa.

Em declarações proferidas à margem de uma conferência sobre a Guiné-Bissau, em Lisboa, Diogo Lacerda explicou que "o que se passou não foi um resgate financeiro, nem um 'bail-out' nem um 'bail-in'; o que aconteceu foi uma operação financeira que permitiu salvar a maioria dos empresários da Guiné-Bissau da falência, não os bancos".

Salientando que os acionistas do BAO, o maior banco a operar no país, "até já tinham acordado realizar uma operação de aumento de capital para acomodar as perdas no balanço", Diogo Lacerda deixou críticas também aos outros dois bancos internacionais que operam no país, "que não tiveram uma operação semelhante porque não fazem empréstimos, limitando-se a recolher depósitos num país pobre como a Guiné-Bissau para depois financiarem a atividade económica noutros países africanos".

"Os bancos envolvidos foram o BAO e o Banco da União; foram estes dois e não os quatro porque os outros dois não davam crédito, e não dando crédito não tinham incumprimento; e ao não dar crédito não estavam a cumprir a função de intermediação financeira", criticou o banqueiro.

Para Diogo Lacerda, a operação lançada pelo Governo em 2015 de cedência parcial de crédito e de financiamento ao Tesouro foi essencial para impedir o colapso do país no seguimento do golpe de Estado, em 2012.

"O dia escolhido para o golpe de Estado foi o pior possível, porque nessa quinta-feira, 12 de abril, era o dia de maior exposição dos empresários à campanha do caju; era o último grande dia de desembolsos para poderem comprar às populações para depois entregar aos exportadores internacionais, principalmente indianos", recordou.

"A economia da Guiné-Bissau ia simplesmente acabar porque os dois bancos teriam de executar a dívida dos empresários, confiscar os ativos e a própria comissão bancária sabia que era um absurdo, porque íamos matar todos os empresários porque nenhum tinha capacidade para pagar de volta", continuou.

"Houve então uma cedência [ao Estado] de créditos não cumpridos por causa do golpe de Estado, o que permitiu retirar os empresários da situação de incumprimento irreversível e permitiu voltar a usar os ativos que estavam a ser retirados, recuperando e voltando a dar outra vez crédito a partir dessa operação financeira", concluiu.

FMI, A MENTIROSA

Questionado sobre o ponto de situação dessa operação, que o Fundo Monetário Internacional (FMI) considera um obstáculo ao reinício da ajuda financeira ao país, Diogo Lacerda sublinhou que "a operação não foi um serviço feito aos bancos, do ponto de vista do balanço era neutro" e defendeu que "a operação foi feita pela perceção que se tinha da importância decisiva para pôr a economia novamente a funcionar, porque senão ia haver fome e aí sim, um problema gravíssimo do ponto de vista social como até hoje nunca houve".

Questionado sobre os efeitos da reversão da operação de cedência de créditos, referida frequente como resgate a estes dois bancos, Diogo Lacerda respondeu: "Não se percebe muito bem como isso pode ser feito, mas era para o FMI retomar o financiamento" ao abrigo de mecanismos de apoio às finanças públicas -- que obrigam ao cumprimento de rácios financeiros.

"Mas a pergunta que faço é: quanto é que o FMI vai desembolsar? São 6 ou 7 milhões de dólares de um total de 23 milhões. Não chega para coisa nenhuma, não dá para regularizar o que está atrasado. Do ponto de vista do funcionamento do país, diria que não sei se vale a pena ter finanças públicas sãs e o povo a morrer de fome". Lusa

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

NÃO ESQUECER: OS GUINEENSES QUE LUTARAM DO LADO COLONIAL (COMANDOS AFRICANOS, POR EX) E MATARAM MILHARES DE GUINEENSES... A JUSTIÇA TERÁ DE TOCAR A TODOS...AAS

FACTO: Vivemos uma anarquia, vendo filhos da puta a fazer e a desfazer. POVO DE MERDA!!! AAS

FACTO: Mon na lama ou mon na kadera? JOMAV, abo ku na kudji...AAS

CHOQUE E ESPANTO: Choca—me a festa em torno do regresso do Bubo Na Tchuto. E é só...AAS

LIBERTADO: Bubo Na Tchuto já está em Marrocos. Próxima paragem — Bissau. AAS

CERCO APERTA-SE: ONU pede nomeação de novo primeiro-ministro da Guiné-Bissau


O Conselho de Segurança das Nações Unidas pede a nomeação de um novo primeiro-ministro da Guiné-Bissau. José Mário Vaz, atual presidente, foi incumbido de realizar a nomeação rapidamente.

O Conselho de Segurança da ONU pediu, esta quinta-feira, ao presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, que “proceda à nomeação do primeiro-ministro consensual o mais cedo possível”.

O Conselho de Segurança reuniu-se à porta fechada para ouvir o representante especial do secretário-geral e líder do Gabinete Integrado das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau, Modibo Ibrahim Touré, descrever os mais recentes desenvolvimentos no país.

“Os membros acolheram o acordo e a implementação do plano da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) e convida todos os envolvidos a não pouparem esforços para a sua total e atempada implementação”, revelou a organização num comunicado.

Os principais atores da crise política na Guiné-Bissau chegaram a um acordo, a 10 de setembro, com a criação de um novo Governo integrado por todos os representantes guineenses, parte de um plano de seis pontos desenhado pela CEDEAO.

“Os membros expressaram apoio ao consenso alcançado no processo de nomeação de um novo primeiro-ministro e na formação de um Governo inclusivo””, lê-se ainda no comunicado.

O novo primeiro-ministro da Guiné-Bissau vai ser anunciado na próxima semana pelo Presidente da República, declarou esta quinta-feira o chefe de Estado, José Mário Vaz.

O Conselho de Segurança “lembrou ainda que a implementação do acordo pode restaurar a confiança dos parceiros e permitir à comunidade internacional cumprir as promessas feitas em Bruxelas durante a conferência de parceiros para o desenvolvimento da Guiné-Bissau.”

Segundo o acordo da CEDEAO, uma das tarefas essenciais do novo Governo de unidade nacional será uma revisão da Constituição. O Executivo ainda tem a cargo outras funções: a reforma da lei eleitoral, da lei-quadro dos partidos políticos e do setor militar.

"Povo guineense merecia outra elite política"

O presidente do Banco da África Ocidental, o maior banco na Guiné-Bissau, considerou hoje que o povo guineense "merecia outra elite política", lamentando a frequente instabilidade política, mas elogiando a "absoluta estabilidade social".

"O país tem um enorme potencial, tem uma incerteza continuada no contexto político, mas tem uma absoluta estabilidade social", disse Diogo Lacerda, numa intervenção durante a Conferência 'Guiné-Bissau: A Porta de Entrada da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental', que decorre esta tarde em Lisboa.

"O povo da Guiné-Bissau merecia outra elite política; tem uma capacidade extraordinária de conviver entre si; quem olha para o presente percebe que a instabilidade é estrutural, há um grande risco, mas também há um grande prémio para os empresários que queiram arriscar e explorar um espantoso mundo de oportunidades", acrescentou o antigo secretário de Estado da Justiça português durante o Governo de António Guterres.

"Em circunstância nenhuma o confronto das elites políticas levou a confrontos entre o povo guineense, é um povo que pelo exemplo que dá merecia outra elite política", vincou o banqueiro. O BAO, criado em 2000, é o maior banco a operar no país, com uma rede de nove balcões.

A conferência que esta tarde decorre em Lisboa pretende analisar as potencialidades do país estar inserido na Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, um mercado de 15 países, com 380 milhões de pessoas e um Produto Interno Bruto a rondar os 675 mil milhões de dólares.

R-U-A!!!


quinta-feira, 20 de outubro de 2016

ACIDENTE ESCOLTA PRESIDENCIAL: O motorista de táxi do acidente desta madrugadq que envolveu a escilta do PR JOMAV, morreu no hospital Simão Mendes, de acordo com uma fonte do DC. AAS

Direcção Superior do PAIGC deu indicações ao seu grupo parlamentar para chamar os 15 deputados e explicar—lhes direitinho a sua missão: respeitar as decisões do partido. E mais nada! AAS

SOLIDARIEDADE


"Aproveito para me solidarizar com o nosso irmão António Aly Silva, que é um combatente incansável na luta pela verdade, um grande jornalista de investigação, um homem que merece ser reconhecido a nivel nacional e internacional.

Quero dizer aos dois patos feios, o tal ministro sem carácter, Sandji Faty, e o Abdu Mané, o ex-procurador sem colhões, de que se alguma coisa acontecer com o Aly, sabemos onde vos encontrar, ou encontrar as vossas famílias ou vossos filhos - do Sandji é fácil, é só pagar os putos de Massamá para tratar da família deste pato feio do ministro e do seu outro filho mesmo aqui ao lado num banco comercial...

Ministro mal educado, o outro palhaço do Abdu Mané só tem colhões para fazer filhos mais nada, mas não tem colhões para mostrar que é homem: agora és um grande leche cul de Jomav.

Leitor identificado
"

JOMAV a gozar nas nossas barbas


- PAIGC recebeu hoje uma nota da presidência da República, convocando o seu presidente Domingos Simões Pereira para consultas "na próxima quarta-feira". Ou seja, a crise, na cabeça do presidente da República é eterno.

- Hoje, na sua ida para o aeroporto, a comitiva presidencial viu-se NOVAMENTE envolvida num violento acidente de viação: no cruzamento da avenida Osvaldo Vieira junto ao estádio 'Lino Correia' um táxi foi simplesmente 'despachado' para abraçar uma acácia. Em consequência, o motorista do táxi ficou gravemente ferido e, segundo testemunhas, "sangrava por todos os lados". CÁ ESTÁ A FOTOGRAFIA:


FOTO:DR/DC/AAS

VAI SER ASSIM TODOS OS DIAS...E MAIS NADA!!!


Depois de Conacri...


...O Presidente da vizinha Guinée, Alpha Condé e a sua homóloga da Libéria, Ellen Sirleaf Johnson, receberam luz verde da CEDEAO para se deslocarem a Bissau. Era uma espécie de último fôlego para demover o JOMAV. Surpresa das surpresas, o PR mandou dizer que "não os recebia" por motivos de 'agenda', revelou ao DC uma fonte da organização sub-regional.

A CEDEAO, pela primeira vez, mostra que tem garras: vai obrigar o presidente a aceitar uma figura (o Olivais, ou outra) proposto pelo PAIGC - partido vencedor das eleições legislativas de 2014.

"Finalmente fizemos ver aos países da nossa comunidade que na Guiné-Bissau o regime é semi-presidencialista, ao contrário da esmagadora maioria dos países da CEDEAO." Se José Mário Vaz persistir na sua tentativa de bloquear o País e os ganhos obtidos pelo governo do PAIGC, terá sérios problemas e tão cedo não viajará para a Europa - será incluído na lista de sanções. Isso é claro como água.

"O programa Terra Ranka é o passaporte para a felicidade dos Guineenses e que obteve ganhos extraordinários em Bruxelas. Tão cedo a Guiné-Bissau não mobilizará estes recursos e não convém desperdiçar isso", continuou a mesma fonte.

Outra figura preponderante a que a CEDEAO recorreu para demover o presidente guineense é o recém reeleito presidente de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, que toma posse hoje na cidade Praia...e terá o JOMAV como convidado. A ver se aprende, recua e tire os parcos recursos do País das patas dos seus ladrões. AAS

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

PERSEGUIÇÃO IMPLACÁVEL: Hoje, podia ter dado cabo de três obtusos. Estavam no restaurante a planear mais um assalto aos nossos parcos cofres — talvez para acabar as obras das casas, talvez não. Sandji, Abdu e João. A tripla que mais parece os irmãos metralha. Almoçaram no Rosado...AAS

Parece que foi amanhã


No dia em que escrevi ao Sindicato dos Jornalistas Portugueses a perguntar sobre a minha carteira (como se eu não soubesse já a resposta), senti um arrepio na espinha - confesso - e tinha motivos para isso.

Ralharam—me na resposta, seca e agreste, tal como eu merecia:


"A sua carteira não é actualizada desde 2003" não bastou. Desfiaram depois um rosário de pré—requisitos sem as quais… chapeau! Foi, digamos assim, um K.O. à moda antiga. Mas não doeu.

Eu era, na altura e desde 1995, o feliz portador da carteira profissional de jornalistas portugueses número 5219 e não sabia. Felizmente, um órgão de comunicação social português ofereceu-me emprego como seu correspondente em Bissau. Ofereceram-se igualmente para pagar os montantes devidos à CCPJ pela renovação da minha carteira. Estou bastante agradecido. E tenho dado o meu melhor, modéstia à parte.

Depois, voltei a contactar a CCPJ, preenchi os formulários e enviei para Lisboa. Bastaram menos de duas semanas e hoje fui avisado, primeiro, que a carteira estava na caixa do correio e, depois, atestaram tudo com uma fotografia.

Dois detalhes: 1º - Quando tirei a carteira profissional, a mesma era válida por um ano; hoje chega aos dois - o que é bom para quem, como eu - sim, como eu - é um completo desastre no que toca a ter a documentação em dia.

Não tenho B.I há mais de 30 anos e isso é certamente uma vergonha; Passaporte, bom, para quem ainda faz umas viagens por ano é…um mal necessário. 2º - O meu número de carteira passou do 5219 para o 10443, o que me dá um ar de novinho e que tem a sua graça...
Muito obrigados. AAS

Branku i branku son. Preto no branco (sem ofensa, claro)


OPINIÃO: CARLOS GOMER JR.


Foto: AAS/DR/DC

Caro Aly,

Sem vênias de "barri padja" e sem pretender agradar a ninguém, senti-me hoje na "obrigação" de pegar a minha pluma e esgrimar por um homem profundamente injustiçado, pelos homens e pelas consciências, daqueles pelos quais muito deu e serviu, e que em troca, recebeu a ingratidão e a traição ao ponto de quererem enterra-lo vivo. A esse homem, devo-lhe o favor sublime, de me ter feito acreditar que a Guiné-Bissau é um pais viável e de futuro.

Permita-me, carissimo Aly.
Abraços do O. R.


NOTA do Editor: Texto publicado numa quarta-feira, 22 de julho de 2015



"Faz mais de três anos que o ex-Primeiro Ministro, vencedor das eleições Presidenciais interrompidas de Abril 2012 na Guine-Bissau, Carlos Gomes Junior, se encontra compulsivamente afastado da lides da politica guineense. Constata-se no entanto que, até hoje, visando quiça escamotear a deriva de autoridade e a ma gestao em que o pais esta mergulhado, a cimeira do actual regime, tem recorrido aos meios de uma quase cyber-criminalidade, para lançar o descrédito sobre a pessoa dessa figura politica exilada no exterior, tentando associar descabida e infundadamente o seu nome à activdades, negocios ou praticas, as quais, sabe-se perfeitamente que, nem ele, nem o seu circulo de influencias podem estar minimamente ligados.

A titulo de exemplo, cito o caso de Bauxite Angola, a qual teimam atribuir-lhe participação em negocios com o Presidente Angolano, mesmo sabendo que os promotores e beneficiarios desse negocio são os Srs Soares Sambu, Manuel dos Santos "Manecas" e o antigo embaixador de Cabo Verde em Angola, Silvino da Luz, e que o mesmo, foi consumado sob os auspicios do falecido Presidente Joao Bernardo Vieira, quando Cadogo ja não era PM.

Existem documentos e factos cronologicos da historia governativa que provam de forma inequivoca esses factos. Porém, usando na contrainformacao, insinuaram a relação priviligiada que Cadogo mantem com as autoridades de Angola para "colar" maquiavélicamente o seu nome a esse projecto, um autentico segredo de polichinelo governativo devido ao manto de suspeições que o envolve. Até se compreende a estratégia.

Cadogo, mostrava-se solido e imbativel no terreno politico, por isso, era necessario combaté-lo e por quaisquer meios possiveis. Por isso, outros casos se fizeram seguir no rol de acusações que foram maquiavelicamente montadas e lançadas nos espaços virtuais da calunia e maldicência, visando a sua destruição politica. Em tempos, foi a "colagem" estratégica que lhe fizeram e deixou-se levar pela inércia, dos casos dos assassinatos do Presidente Nino Vieira, do CEMGFA Tagme Na Wai, de Basiro Dabo, Hélder Proenca, Roberto Cacheu.

A esses casos de "julgamento médiatico", muitos outros casos se lhes seguiram, os quais, ao acaso das conveniencias e estratégias politicas dos seus adversarios politicos de entao (em particular, PR da Republica Malam Bacai Sanha de um lado e o poder judicial parcialmente manipulado do outro), foram utilizados contra a sua pessoa visando contrariar o prestigio e a popularidade que angariara interna e externamente graças a perfomance que os sucessivos governo que dirigia patenteavam.

Foi assim que assistimos a manipulações e montagens acusatorias sem precedentes desses casos contra a sua pessoa. Essas operações de puro julgamento publico eram orquestradas e financiadas pela Presidência da Republica de então e tinha em vista o objectivo cimeiro de descredibilizar e arruinar politicamente Cadogo. Marchas de pressão meramente politica foram organizadas, pontificando entre os seus promotores um sinistro e falhado advogado, PGR nomeado por encomenda no periodo da transição-golpista com a missão expressa de incriminar, prender e neutralizar Cadogo. Porém, os autores materiais e mentores desses crimes, embora sobejamente identificados e do conhecimento de toda a Sociedade, instancias judiciais, CI, incluindo o Governo Norte Americano, esses circulavam impunemente por Bissau sem serem minimamente inquietados..., até hoje.

Nessa saga persecutoria contra Cadogo, ao todo, três PGR foram nomeados directa ou inderectamente com a missão de lhe imputar por quaisquer meios, a "responsabilidades/autoria" desses casos macabros, para assim cercéa-lo de quaisquer pretensões politica.

Todas essas manobras maquiavélicamente orquestradas, resultaram em falhanços rotundos para os seus sucessivos mentores (primeiro MBS, depois o seu delfim, Manuel Serifou Nhamadjo), pois quis o destino que a verdade prevalecesse e a justiça fosse feita. Assim, orientados pelas suas consciências e pelo dever da justiça, excepção feita ao obtuso e limitado Abdu Mané, todos os PGR nomeados nessa cilada persecutoria da presidência, acabaram por render-se à evidência de que estavam perante uma mera cabala politica montada contra um adversario politico, não se provando um iota que seja sobre o seu envolvimento nesses casos de triste memoria.

Embora não seja do dominio publico, a mais cinglante negação dessa vergonhosa cabala palaciana, foi a demissão honrosa e corajosa apresentada pelo Dr Michel Amine Saad ao Presidente MBS quando este implicitamente lhe exigiu à frente dos seus Conselheiros complotistas, que Cadogo fosse constituido arquido nesses processos a qualquer custo, com o argumento "acabar com as marchas e acalmar a furia dos familiares que reclamavam justiça nas ruas". O não foi rotundo desse controverso, mas insignio causidio seguiu-se à encomenda. Apresentou a sua demissão de forma irrevogavel, facto que provocou a ruptura definitiva das suas relações, na altura pautada por elevada confiança e respeito.

De memoria, relembro aos que não sabem que, Cadogo, ainda PM, embora um pouco tardiamente, teve a coragem e a lucidez de reagir ao assédio sufocante desse processo de julgamento popular que estava a ser pilotado contra a sua figura a partir da presidência da Republica. Assim, decidiu accionar por carta endereçada ao SG-NU, ao Governo dos EUA e a UE, solicitando os seus apoios e envolvimento directo na investigação desses crimes, para tal, sugeriu a criação de um Tribunal ad hoc sob os auspicios das NU para investigar e julgar esses casos, garantindo com isso a imparcialidade e competência no apuramento da verdade.

Cadogo tinha consciência de que, acções internas conduzidas pelo Palacio tendiam à sua viciação e inquinação politica dos factos com o intuito de o incriminar. Ao grito de socorro lançado, regista-se apenas, o silencio ensurdecedor até hoje, dessas instâncias e governo. Alias, é de salientar que muito antes desses acontecimentos, Cadogo ja dera provas de que, "quem não deve não teme", logo apos a guerra de 7 de Junho, altura em que ele era o alvo predilecto do Comandante da Junta Militar, Ansumane Mané. Sem se fazer de vitima, requereu ele mesmo, o levantamento da sua imunidade parlamentar e colocou-se à disposição da justiça para enfrentar as acusações contra ele forjadas. Saiu incolume dessas acusações. Reconheçamos, tratou-se de um exemplo raro de coragem, decerto sem igual até hoje na politica guineense.

E mais, caso se aceite o desafio de se constituir um tribunal ad hoc internacional para julgar os referidos crimes, Cadogo daria o primeiro passo se disponibilizando à justiça, acto que, duvido poucos ousariam fazer por terem rabo de palha e mãos e consciência escondidas e abafadas com o sangue desses crimes que lhe querem à força imutar.
Paradoxalmente, apesar da sua longa ausencia da cena politica guineense, Cadogo continua a assombrar e a perturbar muitas consciencias, particularmente da classe dirigente hoje no poder.

Cada dia que passa torna-se evidente, de que o actual poder não se sente minimamente à vontade com o capital politico e aurea de simpatia que Cadogo continua a gozar no seio de uma larga franja da populacao guineense, em particular junto aos jovens e a Sociedade Civil. Por isso, compreende-se que, quotidianamente, directa ou inderectamente, é atacado e velipendiado atraves de meios e acções dos mais baixos e ignobeis possiveis.

Gratuitamente, o seu nome é sistematicamente citado por dois conhecidos blogs guineense a saldo dos dois campos da contenda politica actual, associando-o falasiosamente em envolvimentos em negocios e praticas obscuras, sobre as quais, a sua pessoa, é na realidade, completamente alheia. Um caso concrecto recente, é o descabimento de tentar associar o seu nome ao obscuro negocio da criação da nova companhia aerea de bandeira nacional anunciado pelo utopico SE dos transportes.

Um negocio, que envolve um sinistro homem de negocios romeno, Ovidius Tender, apontado como tendo graves problemas com a justiça. Recorde-se que, o referido empresario, aquando dos dois governos dirigidos por Cadogo tera proposto ao executivo de então esse mesmo negocio e outros ligados à exploração mineira, mas nenhum deles foi concretizado dado que, informações recolhidas sobre a idoneidade do investidor não foram favoraveis. Não aceitando emparceirar-se com O. Tender na altura que era Chefe do Governo, não se percebe, como pode ele estar agora envolvido num negocio dessa envergadura num momento que esta fora da esfera do poder de decisão Da que pensar!!

Sem ingenuidades, apetece perguntar : como pode Cadogo estar por dentro dessas negociatas, sabendo-se hoje, espoticamente isolado do partido, da vida politica e dos centros do poder ? Como pode Cadogo estar em negociatas com o actual PM, sabendo-se que este fugiu cobardemente dele e do seu nobre e desinteressado apoio ao Congresso de Cacheu como se de ebola se tratasse ? Embora seja verdade que hoje, Cadogo é muito cortisado por DSP, mas, não sera que tal aproximação, é mais uma necessidade de aproximação estrategica de DSP a fim de garantir a sua propria sobrevivencia politica no seio do partido, angariando a simpatia da larga franja de simpatizantes que Cadogo continua a ter ainda no Partido?

Como pode Cadogo associar-se aos maquiavelismos e negociatas de DSP, quando na realidade, este o combate ferozmente por todos os meios, ir até ao ponto, de recusar sorateira e sadicamente mandar pagar-lhe os seus direitos e rendimentos devidos pelo Estado com intencao clara de priva-lo de possiveis meios que lhe possibilitem um eventual retorno em força à vida politica guineense ?

Tudo o que se questiona em cima relativamente ao PM, aplica-se na integra para com as suas relações com o primeiro Magistrado da Naçao, José Mario Vaz (JOMAV). Este Sr, outrora seu amigo, teve o desplante de recusar ao Cadogo e a Raimundo Pereira uma audiencia em Lisboa, alegando que, "era muito cedo" para os receber e que, tal facto seria "mal interpretado pelas chefias militares, pois estes pensariam que ele estava a ser orientado e a agir por conta e mando de Cadogo". As essas duas figuras, pretendeu JOMAV fazé-los receber pelo seu Director de Gabinete. Enfim atitudes incompreensiveis, que so um eventual complexo intrinsecamente interiorizado pode justificar.

Hoje por hoje, Cadogo continua ausente da Guiné-Bissau, ja la vão mais de três anos, mas algumas pessoas continuam a querer justificar os seus fracassos colando-lhe ou atribuindo-lhe tudo o que de mal passou, incluindo o que se esta a passar de mal, neste momento no pais. Querer colar-lhe a pretensão de regresso de Zamora Induta ao pais é o caso mais recente de delirio de encomenda politica. Pergunta-se, com que fim o fazem ? Porque tanto receio do homem politico Cadogo, que até a sua sombra faz tremer os novos donos do poder ?

Antes bastava morrer uma pessoa para o seu nome ser logo apontado como "autor moral ou material", porém, não estando presente no pais por este longo periodo de tempo, mais de três dezenas de cidadãos foram barbaramente assassinados sem que ninguém ouse apontar o dedo a quem quer que fosse. Mas na realidade, como sempre foi, conhecem-se os seus autores e mandantes..., mas rodara o pau e um acabarão por dizer, "foi a mando do Cadogo".

Ha poucos, um outro rumor tentando jogar o nome do Cadogo no descrédito do complôt circula em Bissau. Curiosamente, o autor do rumor, é um aventureiro, politico falhado, golpista de quatro costados e vendedor de ilusões que se pavoneia posando ao lado de presidentes e ditadores defuntos. Esse fulano excecravel, esta a espalhar por Bissau de que, Cadogo vai fundar um novo Partido politico denominado, o "Partido Republicano" (nome pomposo ao menos) e relançar-se-a brevemente na politica. Afirma que ele e o golpista-papagaio da transição seriam um dos promotores desse movimento partidario.

Uma enormidade de mentira inventadas e vendidas a vil preço por um Judas que passa a vida na intriga, no complôt e golpes de estado. Cadogo que eu conheço nunca se alinharia com essa escumalha de gente reles. A decidir um dia constituir um Partido politico, creio que, Cadogo fa-lo-ia, não recorrendo aos arautos da intriga e do mal, mas sim ao acerto da sua consciência e no seio daqueles com quem se identifica, moral, civica e politicamente.

Como azeite puro na àgua, a verdade que temos que aceitar, é que, desde que saiu da Guiné-Bissau, nunca no pais houve tanta corrupção, roubalheira descarada de bens e do erario publico como se assiste hoje na nossa terra. Nunca membros do governo (salvo o periodo de transição) se enriqueceram tão rapida e gananciosamente como agora. Nunca as relações entre um PM e PR foram assim tão tensas, cinicas e execraveis como agora... pergunta-se : cadé o Cadogo nessa bagunça e roubalheira toda, !! ?

Uma coisa é certa, quer se queira quer não, Cadogo, apesar de todas as contigências e jogos de contrapoder que envolveram e minaram sobre maneira as suas duas passagens à frente do governo guineense, ele conseguiu deixar a sua marca de referência que pontificado pelo trabalho e resultados palpaveis nunca antes alcançados por nenhum governo anterior na Guiné-Bissau. Isto tudo, apesar de, em ambos os casos ter sempre governado num ambiente de pressão, quase terror e de não-guerra, pontuado pela pressão, ameaça e insubordinação permanente de uma horda tribal de homens armados que se chamou erraticamente de "Forças Armadas".

Binham sabiamente cantou, "Lifante cala, guintis pukenta"...
"

Pronto, está atualizada. Agora falem...

Joao Aladje Fadia, antecipou a sua chegada para esta semana, quando só devia regressar na próxima semana. JOMAV está com ele no pensamento para primeiro-ministro (ilegal na nossa Constituição), e estuda a hipótese de nomear o Sissoko ministro dos Negócios Estrangeiros. Nô pintcha pa bingo! Os 'comandos' estão preparados e desta vez nem a comunidade internacional escapará à ira. AAS

PRS e PR JOMAV andam a jogar sujo - como só eles sabem. De Bissau, o PR ligou aos dirigentes do PRS para não votarem em nenhum nome para que possa escolher "quem ele entender." Resta saber como reagirá a CEDEAO. JOMAV quer que Bissau pegue fogo? Seja!!! AAS

DENÚNCIA + ESCÂNDALOS A CAMINHO: "Aly, quando o Abdu Mané era ministro das Pescas, e o Sandji Fati era director da FISCAP, envolveram-se num jogo sujo de compra de vedetas na Itália. Existem documentos que te vou fazer chegar. Muita força e coragem nesta luta desigual contra a impunidade e os ladrões da nossa terra." Leitor identificado

JOMAV vai ser apupado quando chegar à cidade da Praia. AAS

EDUCAÇÃO/ESCÂNDALOS: Venda de bolsas de estudo doados pela China (e sabe-se lá para onde mais...), obras nas casas de Bissau e Lisboa - DEMITAM o ministro da Educação, porque o ministério Público (também cheio de ladrões) NÃO vai fazer nada. Hoje, dois ministros e um secretário de Estado telefonaram-me mostrando a sua PERPLEXIDADE e SOLIDARIZARAM comigo. SANDJI FATI PARA A RUA, não tem condições para continuar no cargo, onde NADA FAZ!!! AAS


LIGUEM AO SANDJI FATI 966065481 E PEÇAM-NO PARA SE DEMITIR.


MINISTRO PISTOLEIRO

Marisa Morais distinguida com prémio humanitário

Antiga ministra cabo-verdiana foi distinguida com o Pan African Humanitarian Award pelo seu trabalho na luta contra as drogas.

Marisa Morais, ex-ministra da Justiça e da Administração Interna de Cabo Verde, foi distinguida com um Pan African Humanitarian Award, prémio que tem por objectivo destacar personalidades na área das práticas humanitárias, no desenvolvimento socioeconómico, na luta contra as drogas, terrorismo e violência contra as mulheres em África.

A cabo-verdiana é distinguida pelos seus 25 anos de experiência profissional. Em comunicado, a a organização refere que, entre 2008 e 2010, enquanto ministra da Justiça, teve um papel relevante no reforço da segurança do arquipélago. E que, desde o início da sua carreira política, Morais traçou como objectivo melhorar a capacidade da polícia, a vigilância das fronteiras e o combate os vários tráficos (droga, armas e pessoas) em Cabo Verde.

A seguir, e durante o seu mandato como ministra da Administração Interna, Cabo Verde recebeu a primeira Conferência Internacional sobre Políticas de Droga nos PALOP, em Janeiro de 2014. Pretendia-se que fosse uma porta aberta ao diálogo sobre o tráfico e o consumo de droga nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, cada vez mais preocupante, sublinha ainda a organização.

Formada em Direito pela Universidade de Coimbra, a cabo-verdiana trabalha actualmente na Morais & Associates, uma firma de consultadoria que ela própria fundou na Cidade da Praia.

A cerimónia dos Pan African Humanitarian Awards acontece no Dubai, a 12 de Novembro, e vai reunir 26 países africanos e 14 organizações humanitárias de todo o mundo. Público

terça-feira, 18 de outubro de 2016

SANDJI FATI e ABDU MANÉ - DOIS ENERGÚMENOS NA ALTA RODA


Escrevi há um/dois meses que não sabia se tinha mais medo do ministro da Educação ou da educação do ministro. Hoje, posso dizer que o ministro da Educação, além de mal educado, não consegue meter medo a ninguém. E passo a explicar.


AMEAÇAS VELADAS À VIDA DO ANTÓNIO ALY SILVA feitas pelo ministro SANDJI FATI e o absurdo ABDU MANÉ

Ontem, dia 18, o ministro da Educação(?!), SANDJI FATI, bastante combalido com as denúncias do Ditadura e Consenso sobre as obras de remodelação nas suas residências em Bissau e Massamá (Lisboa), e vendas de bolsas de estudo doados pela China, foi ter comigo à rua de Moçambique.

Chegou, saiu do carro, e mal o vi levantei-me. Não me cumprimentou, pelo contrário - esquivou-se. Mas eu segui-o.

E explodiu. “Aly, porque é que estás a atacar-me desta maneira?”, disse.
Calmamente, respondi que não se tratava de um ataque à sua pessoa, mas sim a uma autoridade.

Não contente, e bastante nervoso, disse-me: “Vamos embora daqui, temos que falar pá! E é por causa do teu Pai." - se não fosse, imagino, talvez me tivesse matado ali mesmo...

Respondi que não ia a lado nenhum, pois estava com amigos (quatro ou cinco pessoas assistiram a essa triste cena do ministro incomodado - será atingido?)

Para acalmar as coisas, pedi-lhe o seu número e prometi que ligava hoje para falarmos - mas não telefonei.

HOJE, 19 de outubro.

Por volta das 21 horas, fui mais uma pessoa amiga beber um café ao hotel Ledger. Assim que entramos no hotel pelo bar e atravessamos para o hall de entrada, vejo o ministro SANDJI FATI.

Fez-me um sinal e eu deixei a minha companhia e fui ter com ele. “Fiquei à espera da tua chamada…”

Disse-lhe que não telefonei e expliquei-lhe o motivo. Começou logo a barafustar, a falar alto, a espernear e quando eu levantei a voz e comecei a mandar as minhas caralhadas, indignado, puto da vida…vejo uma sombra através do vidro que separa o bar do hall de entrada.

Era o reforço do ministro - ABDU MANÉ, o energúmeno - o tal PGR de pacotilha que meteu o agora PR JOMAV na cadeia por causa do desvio dos 12 milhões de dólares de Angola. Afinal, seguiram-me até ao hotel. Ma é otchan la também! Um escândalo!!! Perguntei ao ministro porque troyxe "esse bardamerda, se era para me meter medo".

Esse anormal, veio na minha direcção e quase, quase me agrediu, tentou mesmo meter-me aquele dedo porco na minha cara. Mandei-o para a puta que o pariu, chamei-lhe ainda mais nomes e disse-lhe: “Seu filho da puta, metes o agora PR na cadeia e hoje és o seu mais acérrimo defensor? Bandido de merda!, sacana!”.

Disse-lhe ainda que tiveram sorte, pois se eu tivesse a pistola à mão talvez fosse eu a ser preso, mas a Guiné-Bissau ficaria bem melhor sem os dois brutamontes. Depois, ameaçaram-me com TUDO.

O QUE QUER QUE ME ACONTEÇA, É DA VOSSA INTEIRA RESPONSABILIDADE!

Assistiram à cena o director do Hotel Ledger (que, depois, se mostrou bastante desconfortável com a atitude dessa dupla desastrada e pediu-me desculpas), o juiz guineense Emiliano (o que esteve bastantes anos em Timor, evitou-me e a eles dizendo que essa não era maneiras de se resolver os problemas).

O empresário Caramba Turé (CARTUR, bastante compreensível comigo, evitou-me o tempo todo e ficou comigo muito depois desse vergonhoso incidente e não entendeu a atitude…), e um diplomata timorense da Cooperação Timor Leste/Guiné-Bissau. Alguns empregados do hotel ficaram mesmo de queixo caído - para eles o ministro e o seu comparsa desceram a um nível tal que nem se compreende.

Posto isto, convido aqui o ministro SANDJI FATI a DEMITIR-SE e o advogado ABDU MANÉ a cometer SUICÍDIO. Não valem nada, e a partir de hoje serei o vosso pior pesadelo! METAM MEDO ÀS PESSOAS DENTRO DAS VOSSAS CASAS PORQUE NÃO ASSUSTAM O ALY SILVA. AAS